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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Como lidar com a autocrítica e a autodepreciação?



A autocrítica é algo saudável, quando dosada. É fundamental termos uma noção e bom senso atráves da percepção adequada de nós mesmos. Ter crítica de si próprio é necessário para avaliar adequadamente suas ações e pensar sobre os próximos passaos é essencial para aperfeiçoar, melhorar a perfomance e, consequentemente, o resultado.

O grande problema começa quando as pessoas perdem o equilíbrio da crítica e passam a agir de forma quase que "agressiva" em relação a si próprio. Saber dar o seu próprio feedback com qualidade é uma arte. Quem sabe ponderar a forma de falar consigo mesmo é capaz de avaliar as ações com harmonia. 
Quem usa da autodepreciação não sabe dar feedback com precisão. O conceito é válido e muito próximo de como socialmente é aceito a interação com o outro. Assim como existem regras sociais de comunicação com o outro, pense que para ter um melhor resultado na fala com você, esse protocolo deve ser respeitado.

Este protocolo inclui: 

1- Comunicar-se de forma negativa não é bem vindo para ninguém. Se você falar de forma agressiva com os outros será mal visto, e isso se aplica igualmente se usar esse modelo para você.

2- Apontar, "pegar no pé", ser crítico ao extremo e de forma negativa sobre as ações feitas por outras pessoas não é algo bem aceito socialmente. Logo,  não será bom para você agir dessa maneira com relação a você mesmo.

Quem usa de autodepreciação não é bom motivador de si próprio. Isso inclui desvalorizar-se como pessoa, a sua imagem, qualidade ou capacidade. Ninguém gosta de ser agredido ou desacreditado, pois melhorar os pontos fracos não inclui apontá-los ferozmente.

Olhe para a lista á seguir e reflita se está fazendo isso consigo. Estas são coisas que se deve evitar para não ultrapassar o bom senso, o respeito e o cuidado com você:

> Palavrões direcionados a você nunca são bem vindos.
>frases repetidas de negatividade não são motivadores.
> brincadeiras insistentes de autodepreciação são obstaculos  a mais
> Aprender a se respeitar, vai além da bela frase " é fundamental saber amar-se". É preciso colocar este amor em prática, o que inclui respeito por você mesmo. Quem percebe algo que não gosta em si e quer mudar, deve ser bem ciente das etapas a seguir:

O que especificamente quer mudar?
Qual será o novo comportamento a ser implementado?
Você conhece as razões para ainda agir assim?
O que lhe motiva internamente a ter o comportamento que não quer ter?
Afinal, se você age de uma forma especifica, isso tem algum sentido para você. Ninguém faz qualquer coisa, por fazer. O que ganha ao agir assim?

Como precisamente você pensa em mudar? Quais os passos que vai seguir para isso?

Que maneira vai comunicar isso a você mesmo?
Como gostaria de ouvir, ver e sentir você mesmo para ter motivação e determinação para mudar?
Como será a ponte entre o que você faz hoje e o que fará no lugar?
Como vai avaliar o processo a ser seguido?
Quais as razões para essa nova ação?
Quais ganhos você terá como o novo comportamento?
Existem profissionais especificos para ajudá-lo nesse processo. Buscar ajuda de um psicólogo ou coach não envolve ter uma doença a ser tratada, mas um bom "conselheiro" a lhe ajudar no processo de melhora.
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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Filtrando sua mente - quanto lixo e informações inúteis você ingere diariamente?



Na leitura do clássico Sherlock Holmes somos ensinados pelo próprio detetive a enxugar o que é desnecessário de ser absorvido por nossas mentes. Deixando assim só o que de fato é necessário e fundamental para nossa vida e nosso trabalho ser bem gerido. A formula do genial detetive deveria ser seguida a risco por todos nós que vivemos nesse mundo globalizado. Informações chegam aos montes. Porém se formos ingênuos ou simpatizantes de todas as fontes e besteiras que são ditas e nos mostradas seremos facilmente ludibriados por pessoas fingidas ou malignas que não querem o nosso bem. Sendo assim, o que devemos fazer?
Em primeiro lugar devemos bloquear de todas as formas possíveis as fontes de informação ruins.
Se você tem pessoas do seu convívio pessoal que só compartilham idiotices, a primeira mudança deve ser não permitir que essas pessoas tirem seu foco das outras informações relevantes. Você escolhe se quer compactuar para sua própria lixeira pessoal ou seguir um caminho claro e objetivado em prol da sua mente funcional e criativa para o que realmente interessa. E o que realmente interessa para você?

Dai temos o que eu considero a força motriz de nossas vidas. Os seus objetivos!

Se você busca realização pessoal ou financeira, você deve buscar sempre as melhores pessoas e as melhores fontes de informação. Não se engane, você não cresce sozinho, tudo e todos o influenciam a chegar onde você almeja. Então escolha bem quem o ajudará a atingir seus objetivos. Será a pessoa que só o tira do foco ou a pessoa que o faz caminhar mais rápido para sua própria realização.
É elementar que você tenha confiança nas pessoas ao seu redor. Elas podem te elevar ou te afundar até o fundo do poço.
 E ainda assim quando você atingir a sua própria maneira de filtrar o que lhe é relevante, você ainda terá que tomar escolhas difíceis, e isso o fará alguém que os outros passaram a perguntar sobre determinados assuntos. Você se tornará formador de opinião. E esse processo será ainda mais complicado do que quando você ainda escolhia seu ciclo de influência. É nesse ponto que dentre todas as informações ao seu dispor você terá que tomar suas decisões não apenas por você, mas por todas as outras pessoas que o respeitam. O seu lixo intelectual nunca será extinto, mas você deve reduzi-lo ao máximo para que suas escolhas moldem o futuro de maneira que mais pessoas sintam-se livres dos vícios da sociedade contemporânea de compartilhar tudo o que é irrelevante. Afetando cada vez menos individuos e moldando novos formadores de opiniões que realmente farão do mundo um lugar melhor e mais educado.


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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O episódio 3 de True Detective



Eu confesso que eu sou um cara difícil de agradar, e sendo assim tenho um olhar muito criterioso para seriado, jogos, filmes e etc. Se quiser me chamar de chato sem problema, mas se eu te indicar alguma coisa não perca tempo e vá conferir pois essa coisa passou em um processo ardiloso de qualidade rsrs, no caso eu venho indicar a série televisiva True Detective e seus ótimos 8 episódios ( a primeira temporada!).

Primeira coisa que já me chamou atenção na série é o clima de tensão e realidade muito bem equilibrados para o roteiro brilhantemente entregue por Nic Pizzollato, que trata de dois detetives de características totalmente distintas, mas que se vêm juntos em um cenário de crime horrorizante e diabólico. Os detetives Martin “Marty” Hart e Rust Cohle interpretados respectivamente por Woody Harrelson e Matthew McConaughey que simplesmente atuam de maneira a merecerem um oscar, investigam a morte de uma jovem assassinada de maneira brutal. 

Todos os episódios merecem atenção, mas o episódio 3 me deixou pensativo por explorar um caráter filosófíco e social da mente humana. 

segue um video feito por mim que mostra um pouco do que me refiro acima:







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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A ciência do comportamento humano

Viver em sociedade e lidar com as pessoas é uma tarefa que pode ser simplesmente excruciante, pois não há como saber o que se passa na cabeça de cada um para evitar situações desnecessárias. Como se isso já não fosse o suficiente, há momentos em que nossas próprias mentes parecem não cooperar e insistem em nos trair em momentos que mais precisamos de confiança, por exemplo.
Não seria genial se pudéssemos driblar esses problemas de alguma forma? Não seria interessante se pudéssemos tirar proveito do comportamento das pessoas ou fazê-las pensar o que você quer que elas pensem de forma indireta? E quanto a você mesmo, não seria legal saber como se programar para uma entrevista de emprego ou uma apresentação para uma platéia? Aqui vão algumas dicas que podem ajudar você a enganar as mentes das pessoas e a sua própria a seu favor.

1. As pessoas são mais abertas àqueles que as olham nos olhos. Então quando você encontrar alguém pela primeira vez, tente descobrir a cor dos seus olhos, enquanto sorri para ela. Isso fará com que o seu olhar fixo torne a pessoa mais receptível às suas investidas, sejam elas quais forem.
2. As pessoas tendem a concordar em fazer determinada coisa pra você, se antes você as propuser a fazer algo mais simples.
3. Se você acha que uma pessoa vai recusar a fazer uma tarefa  que você está prestes a pedi-la para realizar, faça o seguinte: peça primeiro que ela faça alguma coisa que vai dar muito trabalho. Ela muito provavelmente recusará; esse é o momento certo para pedir o que você realmente quer que ela faça. A pessoa vai achar que você a está poupando de algo muito dispendioso quando, na verdade, você está pedindo o que queria desde o início.
4. Se você fizer uma pergunta a alguém e a pessoa responder apenas parcialmente, continue olhando para os olhos dela e ela provavelmente continuará falando
5. Se você sabe que vai passar por uma situação na qual ficará nervoso, como fazer uma prova, é só mascar chiclete. Ao fazer isso, seu cérebro pensa que você está se alimentando e, portanto, não havendo perigo iminente, pois ninguém se alimentaria em uma situação de risco. Dessa forma, a tensão deixará o seu corpo lentamente.
6. Sabe como evitar topar com uma pessoa que está vindo em sua direção na calçada? Olhe firmemente sobre um dos ombros dela ou entre as cabeças das pessoas, quando mais de uma; dessa forma, você mostra com o seu olhar por onde vai seguir e as pessoas farão o caminho oposto para não toparem com você.
7. Quer aprender algo de verdade? Ensine aquilo a alguém. Se você consegue ensinar bem é porque você entende bem.
8. As pessoas tendem a se lembrar mais do que você as fez sentir que daquilo que você falou a elas. Use isso a seu favor.
9. Para uma entrevista de emprego, prepare-se psicologicamente de antemão: finja que você encontrará um amigo que não vê há muito tempo e quer muito encontrar; pense desde vocês dando as mãos, se cumprimentando; pense em todas as coisas que você tem pra falar, visualize todo o momento em sua mente, não tenha pressa. Visualize sua posição corporal também: ombros para trás, mãos sobre o colo, sorriso no rosto (não precisa ser exagerado). Tudo isso soa clichê, mas você estará tomando controle do seu psicológico e se autossugestionando.
  10. Quando você reage com alegria e empolgação ao ver alguém, você induz a pessoa a fazer o mesmo com você. Pode não funcionar da primeira vez, mas acontecerá na próxima.
11. Saia por cima quando uma pessoa fica zangada com você: permaneça em silêncio e ela ficará ainda mais brava; quando a raiva passar, ela ainda se sentirá envergonhada.
12. Sabe aquela história de primeira impressão? Quando você cumprimenta alguém com um aperto de mão firme, mas acolhedor/agradável, você imediatamente ganha um ponto com aquela pessoa. Nada de mão mole, hein!
13. Pessoas possuem uma auto-imagem muito clara delas mesmas e que costumam defender com unhas e dentes. Quer se livrar ou fazer alguém desgostar de você? Ataque sem piedade a auto-imagem daquela pessoa.
14. Quando sair com uma pessoa pela primeira vez, leve-a a um lugar onde o coração dela baterá mais forte – literalmente – como num parque de diversões, num show de música ou até mesmo num filme de terror, se a pessoa quiser, claro. Esses momentos fazem a adrenalina do corpo subir e dar uma sensação boa que será associada mais à sua presença que ao evento em si. É como se a pessoa pensasse “eu gosto dele porque eu me sinto bem ao lado dele”.
15. A chave para a confiança  é presumir que todos já gostam de você e o respeitam.
16. Os efeitos do estresse são muito parecidos com os efeitos físicos da coragem. Então, quando você se sentir estressado, imediatamente imagine – e visualize – que você está se sentindo mais corajoso para enfrentar determinada situação. Veja o problema como um desafio, não com uma ameaça.
17. Quer ficar marcado na mente de alguém que acabou de conhecer? Refira-se a ela pelo nome. As pessoas amam serem tratadas pelo nome e acabam por criar um elo de simpatia por quem as trata assim.





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