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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Bibliotecas para te inspirar a sentar e ler um bom livro




Ter uma sala com uma boa estética e uma biblioteca regada com bons livros é uma abordagem maravilhosa inspirá-lo a ler mais além de ser uma boa decoração para sua casa.  Se você é um grande leitor ávido, você vai gostar de ter uma biblioteca em casa incorporado em seus interiores, tornando-se o espaço de sonho final. Um espaço onde você pode se sentir confortável, relaxar e se perder em seu livro. O legal é favorecer uma aproximação de janela onde você tem o benefício da luz natural e uma boa vista! 




 







E VAMOS A LEITURA!
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

A verdade por trás da távola do Rei Arthur




A mítica história do Rei Artur é um dos grandes temas da literatura britânica. Mas existe alguma verdade por trás do mito? E por que ele é ainda tão influente após séculos? 
O Rei Artur que conhecemos hoje é uma junção de diferentes lendas, escritas por diferentes autores, em épocas distintas. Todas são unidas pelo tema comum de que o Rei Artur foi um general britânico do século V que lutou contra tribos anglo-saxônicas e garantiu que a Grã-Bretanha permanecesse um paraíso ocidental. A primeira menção ao Rei Artur na história data de 830 e é atribuída a um autor chamado Nennius. Ele escreve: “Naqueles dias, então, Artur lutou junto aos reis britânicos, e ele era o comandante nessas batalhas”. 
Um conto mais elaborado sobre o Rei Artur surgiu no século XI, quando Geoffrey de Monmouth publicou seu livro “The History of the Kings of Britain” (em tradução livre, “A História dos Reis da Grã-Bretanha”). A vida inteira de Arthur é descrita pela primeira vez nessa publicação, desde seu nascimento, em Tintagel, até sua morte, e as figuras de Guinevere e Merlin são introduzidas. Esse livro teve um impacto enorme na época. Até hoje, ainda existem aproximadamente 200 manuscritos. 


Com o casamento de Henrique II de Inglaterra com Leonor da Aquitânia, as histórias de Artur começaram a florescer nas cortes francesas, e a lenda tomou ares românticos e espirituais. Foi nesse contexto que o misterioso Cálice Sagrado aparece pela primeira vez pelas mãos do escritor da corte francesa Chrétien de Troyes. Em seu poema “Perceval ou le Conte du Graal” (1181-90), ele fala: 
“Uma garota chegou, bela, formosa e lindamente enfeitada, e entre suas mãos ela segurava um cálice. E quando ela trouxe o cálice, o local foi inundado por uma luz tão brilhante que as velas perderam seu brilho, assim como a lua ou as estrelas quando o sol nasce”. 
Os contos do Rei Artur se tornaram tão incorporados às mentes dos britânicos que quando Henrique VIII chegou ao trono, em 1509, ele mandou repintar a Távola Redonda de Winchester, de Eduardo III, com seu semblante retratado no topo, como um novo Artur, um imperador cristão e chefe do Império Britânico. 

Outro exemplo da influência de Artur data de 1834, quando as Casas do Parlamento foram reconstruídas após um incêndio desastroso. Imagens do Rei Artur, do livro de Thomas Malory “The Death of Arthur” (1846), ou “A Morte de Artur”, na tradução, foram selecionadas para a decoração da antessala cerimonial da rainha na Câmara dos Lordes.
Até hoje, o mito não perdeu seu apelo e é ainda tema de muitos livros e filmes. Porém, apesar da presença forte de Artur no folclore Celta, são poucas as evidências sobre a sua real existência. Na história, não há menção a nenhum Artur. A única fonte contemporânea, “The Ruin and Conquest of Britain” (em tradução livre, “A Ruína e a Conquista da Grã-Bretanha”), livro escrito pelo historiador e monge britânico Gildas, menciona apenas um líder sem nome e Rei dos Britânicos – seria Artur? 

O consenso entre a maioria dos historiadores é que Artur provavelmente existiu, ou como um indivíduo, ou mesmo como uma série de indivíduos. Como muitos dos heróis da Idade Média foram homens reais cujos talentos foram aceitos como verdade pela maioria dos historiadores, há uma grande possibilidade de que Artur tenha sido um guerreiro Celta que deu origem ao resto das estruturas mitológicas. 
Por que, mesmo sem evidências concretas, Artur figura tão fortemente na mitologia britânica? Uma explicação seria que Artur representa a história britânica em sua totalidade, sendo seus contos um modo de explicar como nasceu a Grã-Bretanha, especialmente com relação aos Saxões e Celtas. Certamente, a história se tornou popular durante tempos de inquietação social devido à sua inquestionável estabilidade moral. E os últimos séculos só serviram para provar que a história do Rei Artur está longe de perder seu magnetismo.
FONTE – http://seuhistory.com/microsite/o-ultimo-reino/noticias/tavola-do-rei-artur-e-revelada
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sábado, 22 de março de 2014

10 Passos para escrever sua fantasia épica de sucesso

10 características importantes para você escritor criar sua própria fantasia épica de sucesso:
1 - Tenha seu próprio mundo: Se na literatura juvenil geralmente os protagonistas encontram um mundo paralelo, na fantasia épica os exemplos exitosos estão naqueles autores que criam seus próprios mundos, alheios ao planeta terra, mesmo que possam ser similares. Uma boa fantasia épica exige um excelente mundo, novinho em folha;
2 - Tenha um grupo de protagonistas: Escrever um épico exige do autor uma gama de personagens protagonista. Neste tipo de obra não basta ter apenas um único herói, mas alguns ótimos guerreiros, ou seja vá pensando em no mínimo uns sete a quem a trama precise acompanhar com proximidade;
3 - Seja medieval: Definitivamente não conheço nenhum épico (ou pelo menos os que valha a pena citar) que fuja das características medievais. Por tanto, para escrever uma fantasia épica ser bom nas aulas de história já seria um bom começo;
4 - Estabeleça uma sociedade: Muito comum aos épicos e o estabelecimento de uma sociedade para o cumprimento da jornada, explícita como no caso de A Sociedade do Anel, ou apenas subtendida como na série A Roda do Tempo, ou ainda como as alianças formais que mudam a todo instante em Westeros;
5 - Seja muito, mas muito detalhista: Há uma briga entre os leitores do gênero por exemplo colocando Martin e Tolkien em campos oposto. Eu sinceramente acho que ambos primam pelo detalhismo de suas obras, embora em campos diferentes. Tolkien se estende com divagações sobre a natureza e todo o cenário que faz o leitor submergir em sua Terra Média. Martin por outro lado se não se detém muito tempo sobre as paisagens o faz com suas criaturas humanas demonstrando todo seu virtuosismo. Portanto futuros autores se desejam embarcar numa fantasia épica, sejam extremamente detalhista; 
6 - Mescle juventude e experiência: Toda fantasia épica é uma mescla de jovens e experientes guerreiros, portanto para o sucesso de seu livro é preciso ter esse balanço de gerações, bem como mostrar suas diferenças;
7 - Tenha seu próprios monstros:  Mesmo que você venha a utilizar monstros conhecidos em sua fantasia épica, é fundamental que você crie seus próprios monstrengos, ainda que inspirados em lendas o tradição oral. Seus próprios monstros é o que dará o toque original ao seu épico de fantasia; 
8 - Tudo deve ter nome e sobrenome: Se estiver disposto a escrever seu próprio épico lembre-se que tudo deve possuir nome e sobre nome, sejam seus personagens humanos, sejam suas armas, uma espada não pode ser tão somente uma espada, ela precisa reconhecimento, e só com algo do tipo "Desvanecedora de Vidas" terá impacto;
9 - O Fim está próximo, mesmo que ainda demore: Comece sua fantasia épica deixando bem claro no prólogo de que o fim do mundo é o destino inevitável da jornada, mesmo que você tenha planejado contar isto numa singela série de 20 livros;
10 - E não se esqueça, sacrifique alguém: Outra coisa fundamental para sua fantasia épica encantar seus leitores. Não se esqueça de sacrificar alguém querido em nome do grupo. Isso sempre funciona;
E vocês que outros passos teriam para adicionar nesta lista??
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