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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Coletânea Cosplay do dia PSH

Se você nunca ouviu o termo cosplay é provável que tenha andado um pouco desatualizado com o que rola no planeta nos últimos 20 anos, mas não criemos pânico, O termo Cosplay, proveniente do japonês Kosupure é uma abreviação de costume roleplay. A tradução para o português se refere a fantasiar-se ou disfarça-se de um personagem. Os participantes e adeptos a esta modalidade, são chamados de cosplayers. A ideia principal é interpretar o artista e se vestir como ele, imitando também a maneira de se comportar e seus trejeitos. De certa forma o Cosplay é a homenagem de um fã a seu personagem.

Selecionamos os mostrados no  http://prasempreherois.blogspot.com.br/
que é onde você vai encontrar muito mais da cultura geek.

 Só faltou o Batkid





 Buzzlighter com balões


 Idéias para o Hallowen




Aquawoman

 

 Rocket Raccon (pelos dentes percebe-se uns 6 anos de vida)


Coringa(a)

 I'M...Grooood



 Omnimon ou Omegamom


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sábado, 26 de julho de 2014

Vamos falar de THE WITCHER - O Livro, a série e os jogos





Quando o escritor polonês, Andrzej Sapkowski, publicou a primeira história estrelada por Gerald de Rivia, em 1986 na famosa revista Fantastyka (maior publicação polonesa dedicada à literatura de fantasia), certamente ele não esperava que o caçador de monstros com pinta de detetive noire, faria tamanho sucesso ao redor do mundo.

Os contos e novelas de Sapkowski, que acompanham as aventuras do maior “Witcher” (caçadores de monstros possuidores de poderes sobrenaturais e treinamento especial), já renderam adaptações para quadrinhos, cinema, televisão e, mais recentemente, invadiram o mundo virtual dos videogames.

As histórias da Saga Witcher (do polonês Saga o Wiedźminie) — também conhecidas como Blood of the Elves Saga, foram lançadas no Brasil pela editora “Livros do Brasil” — já foram traduzidas para várias línguas e mostram um mundo repleto de magia e criaturas fantásticas, no qual o limite entre bem e mal é um tanto turvo e o caráter dos personagens se define justamente por essa “liberdade moral”.

O universo habitado por Gerald de Rivia transita naturalmente pelo mundo dos RPGs, sendo que já possui um sistema próprio para a versão de papel e caneta. Agora, nos videogames, The Witcher (conscientemente traduzido de forma errada — já que o a primeira tradução do nome utilizada nos livros e preferida pelo próprio autor é The Hexer) apresenta um jogo repleto de possibilidades e carregado de aventura.


RESUMÃO DO DA HISTÓRIA DE THE WITCHER 1


O QUE É UM ''WICTHER"?


SABENDO UM POUCO MAIS...



TEMOS TAMBÉM UMA SÉRIE ANTIGUINHA MAS AGORA REMASTERIZADA


e FINALMENTE O TÃO AGUARDADO JOGO PARA NOVA GERAÇÃO...THE WITCHER 3


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sábado, 22 de março de 2014

10 Passos para escrever sua fantasia épica de sucesso

10 características importantes para você escritor criar sua própria fantasia épica de sucesso:
1 - Tenha seu próprio mundo: Se na literatura juvenil geralmente os protagonistas encontram um mundo paralelo, na fantasia épica os exemplos exitosos estão naqueles autores que criam seus próprios mundos, alheios ao planeta terra, mesmo que possam ser similares. Uma boa fantasia épica exige um excelente mundo, novinho em folha;
2 - Tenha um grupo de protagonistas: Escrever um épico exige do autor uma gama de personagens protagonista. Neste tipo de obra não basta ter apenas um único herói, mas alguns ótimos guerreiros, ou seja vá pensando em no mínimo uns sete a quem a trama precise acompanhar com proximidade;
3 - Seja medieval: Definitivamente não conheço nenhum épico (ou pelo menos os que valha a pena citar) que fuja das características medievais. Por tanto, para escrever uma fantasia épica ser bom nas aulas de história já seria um bom começo;
4 - Estabeleça uma sociedade: Muito comum aos épicos e o estabelecimento de uma sociedade para o cumprimento da jornada, explícita como no caso de A Sociedade do Anel, ou apenas subtendida como na série A Roda do Tempo, ou ainda como as alianças formais que mudam a todo instante em Westeros;
5 - Seja muito, mas muito detalhista: Há uma briga entre os leitores do gênero por exemplo colocando Martin e Tolkien em campos oposto. Eu sinceramente acho que ambos primam pelo detalhismo de suas obras, embora em campos diferentes. Tolkien se estende com divagações sobre a natureza e todo o cenário que faz o leitor submergir em sua Terra Média. Martin por outro lado se não se detém muito tempo sobre as paisagens o faz com suas criaturas humanas demonstrando todo seu virtuosismo. Portanto futuros autores se desejam embarcar numa fantasia épica, sejam extremamente detalhista; 
6 - Mescle juventude e experiência: Toda fantasia épica é uma mescla de jovens e experientes guerreiros, portanto para o sucesso de seu livro é preciso ter esse balanço de gerações, bem como mostrar suas diferenças;
7 - Tenha seu próprios monstros:  Mesmo que você venha a utilizar monstros conhecidos em sua fantasia épica, é fundamental que você crie seus próprios monstrengos, ainda que inspirados em lendas o tradição oral. Seus próprios monstros é o que dará o toque original ao seu épico de fantasia; 
8 - Tudo deve ter nome e sobrenome: Se estiver disposto a escrever seu próprio épico lembre-se que tudo deve possuir nome e sobre nome, sejam seus personagens humanos, sejam suas armas, uma espada não pode ser tão somente uma espada, ela precisa reconhecimento, e só com algo do tipo "Desvanecedora de Vidas" terá impacto;
9 - O Fim está próximo, mesmo que ainda demore: Comece sua fantasia épica deixando bem claro no prólogo de que o fim do mundo é o destino inevitável da jornada, mesmo que você tenha planejado contar isto numa singela série de 20 livros;
10 - E não se esqueça, sacrifique alguém: Outra coisa fundamental para sua fantasia épica encantar seus leitores. Não se esqueça de sacrificar alguém querido em nome do grupo. Isso sempre funciona;
E vocês que outros passos teriam para adicionar nesta lista??
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Leitura fascinante - A Batalha do Apocalipse



“Não há na literatura em língua portuguesa conhecida nada que se pareça com 'A Batalha do Apocalipse'.”

José Louzeiro, escritor e roteirista


Sinopse - A Batalha do Apocalipse - Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo - Eduardo Spohr


Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval.

A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.

AI VAI ALGUNS TRECHOS LEGAIS DO LIVRO PARA ANIMAR QUEM AINDA NÃO LÊU ESSA OBRA PRIMA...

Houve um tempo, muito anterior à aurora do universo, em que o infinito dividido em duas províncias, a província das trevas e a província da luz. A escuridão era então governada por uma divindade hedionda, Tehom, a deusa caos. Essa monstruosidade cósmica era assistida por diversos deuses menores, eles Behemot, o Horrendo, com sua lâmina negra, e controlava a maior parte do extenso vazio. Seu opositor era o deus da luz, o resplandecente Yahweh. determinada ocasião, Yahweh e Tehom entraram em guerra.

— Um só deus, contra muitos?

— Para ajudá-lo nesse combate, o Reluzente fez nascer os cinco arcanjos, seres de poder fabuloso, que lutaram a seu lado contra os deuses das trevas. Yahweh e seus arautos venceram o confronto, ao qual nos referimos como Baralhas Primevas, e lançaram ao inferno os cadáveres de seus inimigos. Com Tehom derrotada, o Pai Celestial assumiu as duas províncias, comandando tanto a luz quanto as trevas e consagrando-se onipotente sobre todas as coisas. Invencível, ele teve tempo para iniciar a criação do universo. Com um estalo, o Altíssimo deu vida aos anjos, todos de uma vez, povoando o espaço com as legiões celestes. Depois, produziu uma fagulha de luz e principiou a feitura do cosmo.

— E sobre Deus, o que sabe dele?

— Só sentimentos e energia. O Senhor nunca foi acessível, mesmo enquanto moldava o infinito. Só os arcanjos falavam com ele, e não creio que falassem muito. Yahweh era como um pai ocupado, um progenitor que dava muita importância ao seu trabalho. Mas podíamos senti-lo em nosso coração, e no fundo não estávamos sozinhos. Tolo é o filho que depende do pai, que se apoia em sua segurança e desiste de desbravar o mundo por si.

— E depois, o que aconteceu?

— Ao correr de bilhões de anos, o Criador cultivou seu labor, dividindo seu projeto em dias. Cada um desses dias sagrados corresponde a milhares de anos humanos. No primeiro dia ele criou o céu, o sol e os primeiros astros do firmamento. Construiu uma miríade de luas e planetas, até descobrir seu mundo perfeito. Por incontáveis séculos, a terra foi o lar dos animais, o canteiro dos anjos, até que, no fim do sexto dia, surgiram os homens, a maior de todas as obras de Deus. Encantado pelo resultado final, Yahweh deu a eles uma alma, concluindo a tarefa da criação. Então, exausto e realizado, o Reluzente caiu em letargo. Voou até o Sétimo Céu, a seu santuário no topo do monte Tsafon, e ali adormeceu, deixando aos arcanjos o serviço de governar em seu nome. Terminou assim o sexto dia, e começou o sétimo, que persiste até hoje....



No PRINCÍPIO, HAVIA O CÉU E A TERRA, as duas grandes dimensões de um universo bem jovem. Há muito tempo, antes da queda de Lúcifer, o inferno não existia, só a Gehenna, o purgatório das almas, uma das sete camadas celestes destinadas a abrigar o espírito dos pecadores. Esse lugar não era muito diferente do Sheol, para onde o Arcanjo Sombrio e seus seguidores foram lançados após o fracasso na guerra. Na Gehenna a Estrela da Manhã governou, até que fosse expulsa pelo arcanjo Miguel. Naqueles dias antigos, anteriores mesmo à conjuração, os anjos eram numerosos e fortes, e alguns por demais violentos. Antes do dilúvio, a civilização humana na terra era dominada por duas nações rivais: Enoque, a Bela Gigante, e Atlântida, a Pérola do Mar. Mas, apesar da majestade das grandes potências e de seus heróis inesquecíveis, sua influência não chegava a todos os rincões do planeta. Porções significativas continuavam independentes, e dezenas de milhares de tribos e clãs habitavam o mundo. Muitas aldeias não reconheciam a existência de um único Deus e veneravam suas próprias divindades locais. Essas divindades nada mais eram do que espíritos de grandes heróis que, adorados após a morte, se tornaram entidades poderosas, crescendo com a energia das preces de seus dedicados fiéis, A fim de permanecer em contato com seu séquito de adoradores, essas entidades preferiram não seguir para o paraíso, mas ficar na camada mais profunda do mundo espiritual, o chamado plano etéreo — daí se chamarem espíritos etéreos. Com o tempo, os espíritos etéreos, personificados sob a forma de divindades tribais, foram ampliando sua influência, à medida que seus cultistas se multiplicavam. Esse poder paralelo na esfera mística ameaçava a autoridade dos celestiais, que assistiam, aos poucos, à decadência de seu domínio sobrenatural sobre os seres humanos. Diante da situação, os arcanjos determinaram que os espíritos etéreos deveriam ser confrontados e destruídos. Iniciaram-se então as Guerras Etéreas...


Em pé, sobre a gigantesca mão da estátua do Cristo Redentor, o Anjo Renegado observava a cidade, à aproximação do crepúsculo. Sua expressão, inabalável e serena, era de alguém que muitas vidas vivera, de um andarilho que percorrera o mundo, desvendara seus infinitos mistérios, e enfrentara toda a sorte de criaturas, abissais e celestes. Mas era também o semblante de um pioneiro, que visitara nações já perdidas, e que se sentara à mesa com os grandes homens de outrora. Era como se, nas profundezas daqueles olhos cinzentos, estivesse gravada uma parte singela de cada civilização, de cada povo, de cada cultura ancestral e moderna – das torres resplandecentes de Atlântida às pirâmides da Babilônia; das cidades- estado gregas à majestade do Império Romano; das catedrais medievais às caravelas de Sagres; das campanhas napoleônicas ao horror nuclear. A história de toda uma espécie vivia agora na mente do fugitivo, um guerreiro de jovem aparência, tão preservado quanto os homens mortais no auge da casa dos trinta. Às vezes o lutador ficava imóvel por horas, em absoluto silêncio, meditando sobre seus amigos já mortos, de maneira a não olvidá-los jamais. Padecia de um único temor: o medo de esquecer – esquecer os seus ideais, o seu passado, e a sua luta incansável.


RESENHA FORTE PARA QUEM JÁ LEU O LIVRO E QUER SE APROFUNDAR MAIS UM POUCO NO SEU UNIVERSO...


Por favor se gostaram do livro o compre e ajude a divulgar o trabalho dos nossos autores brasileiros!

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