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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

tarte de chocolate sem açúcar só com 5 ingredientes para fazer em apenas 10 minutos

Dicas do Capitão: Tarte de chocolate sem dor na consciência...lol



Adoro sextas-feiras. A semana a acabar, o fim de semana a começar, tudo isto já é um pretexto para pecar. O meu querido Marido Mistério não passa sem o seu gin tónico, eu não passo sem um quadradinho de chocolate, ou dois, ou três… ou uma tabelete inteira. Mas hoje vou conseguir devorar chocolate como se não houvesse amanhã sem me sentir culpada, porque vou pedir ao meu querido Marido Mistério para fazer esta espetacular tarte super saudável de chocolate que descobri no imbatível blog Pinch of Yum.
Demora 10 minutos a fazer, não precisa de ir ao forno (mas não se esqueça que tem de ficar no frigorífico quase de um dia para o outro), e tem apenas 5 ingredientes: tofu firme e aveludado, chocolate de leite com amêndoas, manteiga de amêndoa, pepitas de chocolate, uma base para tartes e flor de sal para decorar.
Se quiser saber as quantidades certas de cada ingrediente, para 10 pessoas, espreite aqui a receita original.


Comece por fazer o recheio ao misturar o tofu, o chocolate de leite com amêndoas e a manteiga de amêndoa na liquidificadora até obter um creme macio. Derreta as pepitas de chocolate e junte-as à mistura que está na liquidificadora. Volte a misturar até obter um creme consistente. Se for preciso, vá raspando as paredes da liquidificadora com uma espátula de borracha.
Depois é só pegar na base de tarte, despejar o recheio no seu interior e pôr por cima flor de sal.
Leve ao frigorífico entre 12 a 24 horas. Corte em fatias e delicie-se!
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Um lugar para resetar as angustias da vida

Em Vermont o proprietario de uma cabana super aconchegante, Kyle Quinn Desmpsey, conta que no momento que viu o lugar teve a certeza de ter encontrado seu lugar onde poderia resetar as angustias da vida. Ali ele se estabeleceu vendo que sua felicidade não passaria pela truculenta vida urbana. Nas montanhas ele encontrou uma paz que nunca poderia imaginar que existisse. Hoje ele vive com seus animais, sua esposa e amigos que o visitam. Vez e outra faz sua canoagem, sua fogueira, e nos brinda com um retrato de sua maravilhosa vida com fotos magistralmente registradas e postadas em sua conta no instagram...







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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Mais arte por favor #4 - Another art on the wall

Que assim seja...

"Você que passa por aqui, apressado em se surpreender.

 Tem buscado sempre a sensação, de ter algo substancial no coração.

Melhor que seja a arte se puder, ou música que assim vier,

o que não dá é ficar um dia sem ler, algo que alimente a imaginação

 que faça das horas algo bom, e do semblante uma singela saudação,

regando o mundo para colher,
cores vivas ao amanhecer,

poder assim se libertar, e viver feliz sem hesitação!"

Ben Lucas Jr






















A aliança cósmica tranZforma

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

MMORPG um vício que me fez bem, claro utilizando a dose certa Pt1


 A um tempo atrás andava meticulosamente preocupado em estudar e ganhar dinheiro, não podia me dar ao luxo de jogar os jogos que tinha vontade para não me ter meu foco prejudicado, e este fato me levou a um derradeiro fim que eu não esperava, que foi me ver exaurido, frustrado, esgotado e com alguns fios de cabelos brancos. A vida é dura, não se engane, é preciso correr atrás sempre, seja pelas contas a pagar ou por outra necessidade. Eu estava compenetrado em seguir minha rotina para não ter margens para erros, só que um belo dia, ao ver que minha felicidade estava ficando em segundo plano, resolvi tomar uma atitude! e comecei a jogar um MMOrpg que já estava a fim de iniciar a pelo menos um ano e eu digo o seguinte...tudo na vida é possível e preciso ser dosado! 
Muito já se ouviu no dito popular que tudo em excesso faz mal, e isto em partes é a pura verdade.  Hoje me sinto mais feliz tendo meus vícios, que consigo balancear com os estudos e o trabalho, então se você se sente na mesma situação que eu estava, saiba o seguinte, existe tempo para tudo que você quer fazer, não fique se martirizando por não ter algo que almeja, pois se você entrar no "loop" de só ficar querendo ganhar dinheiro e fazer o que papai e mamãe dizem que é para o seu bem, você vai acabar chegando em um ponto de ebulição, e vai por mim você não quer chegar nesse ponto! Então faça o que quer fazer, apenas saiba que isso na hora certa não vai afetar seu cronograma, pelo contrário, te dará forças para continuar seu caminho, então tenha um vício sim, saiba utiliza-lo em seu favor e lembre que a vida passa por entre seus olhos, e se você não for capaz de ver as oportunidades que ela te dá, você sempre se sentirá vazio.

Agora falarei sobre os dois MMO's que estou jogando e que são meus vícios atuais...


DMO - Digimon Masters Online



Sempre gostei dos monstrinhos digitais e sempre joguei os jogos da série World, e sentia que precisava voltar ao Mundo digital e pegar meu digivice. DMO é um excelente pedido para quem é fã dessa saga que permeou a programação infantil da tv e fez grande sucesso pelo mundo todo. vai aqui um belo tutorial pra quem quer começar a jogar...

1 - O que é DMO?
Sigla de Digimon Masters Online, MMO baseado em Digimon Savers. Tem duas versões o KDMO (Korean Digimon Masters Online) e o GDMO (Global Digimon Masters).

2 - Como eu consigo um Digimon?
Alem do inicial (Agumon Savers, Gaomon, Lalamon ou Falcomon – ultimo não liberado ainda no GDMO), você pode conseguir outros chocando Mercenary DigiEggs.

3 - Onde acho Mercenary DigiEggs?
Matando o Digimon ou suas Evoluções correspondentes. Por exemplo, se você quer um Gabumon, tem que matar Gabumons, Garurumons, WereGarurumons ou MetalGarurumons. Lembrando que isso depende do fator sorte, onde tu pode dropar um egg no 1º ou no 100º Digimon morto. Quando dropar um egg desses, você o reconhecerá imediatamente pois é maior que os demais eggs e tem uma aura dourada em seu entorno – e pegue-o rapidamente, pois depois de 1 minuto, ele some assim como os demais itens.

4 - Como assim dropar?
Dropar, verbo criado pelos jogadores derivado de Drop (Cair).

5 - Todo Digimon dropa Egg?
Mercenary DigiEggs não. Existem digimons que não tem versão “domável” nem no KDMO ainda. Fora o fato de que o GDMO está incompleto em relação à versão coreana.

6 – Como se choca (Hatch) um Digimon?
Você tem que levar o egg até uma maquina roxa arredondada chamada Incubator. Tu deposita o Egg nele e utiliza itens chamados DATAs num processo chamado Imput. Com 3 Imputs bem sucedidos você já consegue chocar o egg, mas pode ser elevado a 4 ou 5 Imputs. Porém há chances do Imput falhar, ocasionando a perda das DATAs ou até mesmo destruir o DigiEgg.

7 - Destruir?!
Sim, você pode perder o DigiEgg. Alias isso acontece com grande frequência. Lembrando também que caso mude de ideia e desista de chocar tal DigiEgg, você pode retirá-lo do Incubator desde que não tenha nenhum Imput nele - caso já esteja 1/5, ao retirá-lo você perde o egg e as DATAs utilizadas.

8 - Onde consigo DATAs?
Derrotando digimons ou comprando de outros tamers. Elas vem em eggs de borda verde com fundo preto e custam 125Bits o Scan. Porém, cada tipo de DigiEgg necessita um tipo característico de DATA. Por exemplo, o Egg de Gabumon é Beast, portanto ele precisa de Beast DATA para ser chocado. E a quantidade de DATAs necessárias por Imput variam em cada espécie de Digimon: pode ser apenas 1 DATA ou 10.

9 - Pra conseguir tal tipo de DATA, é o mesmo esquema dos MercenaryDigiEggs?
Sim. Pra se conseguir DATA Beast, tem que se matar Digimon tipo Beast. Para saber se o tipo do Digimon, passe o ponteiro do mouse sobre ele e no canto interior direito vai mostrar seus dados.

10 - Falam muito sobre 3/5, 4/5 e 5/5 ao se referir aos digimons. O que é isso?
É o nível de imput usado para se chocar um egg, pois isso determina o tamanho e os atributos iniciais do Digimon. Quanto maior, mais poderoso é o Digimon.

11 - A diferença é muito grande entre um 3/5 e um 5/5?
Já é absurda entre um 3/5 e um 4/5.

12 – Mas o DMO não tem PvP ainda, pra que ter um Digimon 4/5 ou 5/5?
Por ser mais poderoso, é muito mais fácil de criar, fora o fato de que é muito mais econômico em termos uso de itens como Disks e alimentos. E também tem o fator de exibição: a diferença de tamanhos é extremamente visível, portanto geral vai parar pra ver seu Digimon gigante.

13 - Dropar é o único modo de se conseguir Mercenary DigiEggs?
Não, você pode conseguir via evento ou via Cash Shop usando Silks ou Premium Silks, comprados com dinheiro real.

14 - Pra conseguir eggs de Cash, tenho que gastar dinheiro?
Não necessariamente. Você pode comprar de outros jogadores usando o dinheiro que você consegue no game, ou até mesmo trocando por outros itens. Porém já aviso, eggs de Cash são caros seja via Cash, seja via outro player.

15 - Os Eggs de Cash quebram também?
Não, eles são 100% chocáveis. Alguns Eggs de evento também são 100% chocáveis.

16 - Estou a três dias matando Gabumons com meu RizeGreymon e não consigo dropar nem EggShell. Por quê?
No GDMO tem Limite de Level para os drops, que é de 10 lvs de diferença. No caso dos Gabumons, você só conseguiria dropar com muita sorte até o lv23.

17 - Porque meu Gabumon vindo de egg dropado não pode Digivolver/Shinka pra WereGarurumon?
Os DigiEggs dropados vem só com a forma Champion liberada (eggs de Cash podem vir com Ultimate e até Mega liberada). Para liberar mais tem que usar itens chamados Evolutors/Evoluters. Para liberar Ultimate usa-se 3 Evos, já Mega varia de 6 a 8 Evos.

18 - Onde eu consigo Evos?
Via Cash Shop, comprando de outros tamers e comprando por 50 digicores na lojinha do Kamemon (Digicore Shop) na área da DATS.

19 - O que é Digicore?
Um item que pode ser conseguido ao escanear Mercenary DigiEggs. Ele é usado na Digicore Shop para comprar itens ou Mercenary Eggs raros. Mas por enquanto só se tem Evos à venda.

20 - Peraí, um Evo custa 50 Digicores?! Vale à pena?
Não. Ao invés de destruir 50 ou mais Mercenary DigiEggs, é muito mais sensato vende-los e usar o dinheiro pra comprar Evos de outros jogadores. É muito melhor comprar Digicore de outros tamers e estocá-los pra comprar algo mais em conta e raro.

21 – O que são Attributes?
Attributes (Att) são itens em forma de esfera com varias cores dropados de digimons. Eles podem ser equipados nas roupas do tamer para melhorar seus stats. Cada cor representa um stats especifico:

Vermelho: HP
Azul: DS
Amarelo: Ataque
Branco: Defesa
Verde: Velocidade de Movimento (stat oculto)



22 - O tamer tem stats também? Por acaso ele luta?
Não, mas parte de seus stats são passados ao Digimon pelo sistema de Intimacy.

23 - Como se equipa um Att?
Antes de tudo, o Att tem que ser analisado. Você deve ir até o NPC chamado Dorupin (Yokohama Village, Yokohama East) ou ao Kamemon em Western Village. Após determinar o valor exato do att, você pode equipá-lo (Merge) ou retirá-lo (Deactivate) com o auxílio do mesmo NPC. Cada peça de roupa serve pra cada tipo de Att:

Camiseta/Blusa: HP
Calça/Bermuda: Defesa
Luvas: Ataque
Sapato: Velocidade de Movimento
Óculos/Chapéu/Brinco/Pulseira: DS


Lembrando que tanto a analise quanto Merge/Demerge custa dinheiro.

24 - O valor M significa Mil?
Não. Na verdade significa Mega assim como T significa Tera. Há essa confusão porque 1M equivale a 1000Bits, mas não passa de uma mera coincidência.

25 - Como monto uma loja?
Compre uma licença com o Mashima (homem de terno marrom perto das escadarias que vão pro Digital World/Old D-Terminal), na área da DATS e depois use-a. Ela dura 7 dias e custa 5M.

26 - Como eu monto em um Digimon?
Antes de tudo a função Ride só é possível em alguns digimons, boa parte quadrúpedes ou voadores, todos de grande porte. Para liberar Ride tem que se usar o item Ride Wing (comprada em Yokohama Village por 500M) ou o item Mode Selector (item de Cash). Quando quiser usar seu Digimon de montaria, basta apertar a tecla R ou clique no simbolo com a letra R que fica na área de Slots de Digievolução/Shinka na tela. Digimons na Forma Mega usam 2 Mode Selectors.

27 - Foi citado o sistema de Intimacy na questão 22, o que é isso?
Intimacy (Intimidade) é um sistema no qual passa em tempo real ao Digimon parte dos stats do Tamer. Ele aumenta e diminui conforme certas ações, assim como o valor inicial assim como limite muda de acordo com o número de formas liberadas tanto via level quando evos (quando necessário). Quanto maior, mais poderoso seu digimon fica já que o valor indicado corresponde a porcentagem que será repassada.

Como aumentar a Intimacy:
- Ficando logado no game (aumenta bem pouco)
- Matando Digimons dentro do limite de 10 lvs (aumenta pouco)
- Matar boss (aumenta um bocado)
- Subir de lv (aumenta bastante)
Como diminuir a Intimacy:
- Ficando deslogado do game por um periodo longo de tempo (retorna ao nível inicial)
- Deixando o digimon com menos de 15% de HP durante uma luta (diminui um pouco)
- Tentando usar Skill do digimon durante Cooldown (diminui bem pouco)
- Morrendo (diminui bastante)
Níveis de intimacy:
- Tendo apenas Rookie: 0-10
- Champion liberada: 10-20
- Ultimate liberada: 15-25
- Mega liberada: 20-35
- BM: ainda não se sabe ao certo



28 - O que é Miracle Fruit?
Miracle Fruit é um item que altera de forma permanente o tamanho e os stats do digimon, porém nunca passando do tamanho máximo de seu nível de nascimento - por exemplo, um 3/5, nunca passará dos 99% de tamanho. Porém, a Miracle Fruit pode diminuir seu digimon também, portanto use-a com cautela. (Assim como tamanho máximo, o digimon pode diminuir ate o tamanho mínimo.)

29 - Há dois tipos de Miracle Fruit: Verde e Vermelha. Há alguma diferença?
Em termos de funcionamento, não. Apenas que a verde é trocável e a vermelha não.

30 - Estou procurando o Chuchidarumon à horas e não o encontro. Onde está ele?!
Chuchidarumon é o nome japonês do MudFrigimon. Não passa de um erro de tradução.

31 - Ouvi falar na net que é mais facil dropar itens com digimons com 10 ou mais lvs de diferença. Isso é verdade?
NÃO. Isso não passa de um falso rumor, alias é justo o contrário, você não vai dropar nada. (Já não dropa nada com 5 lvs de diferença.)

32 - O item da quest não dropa de jeito nenhum, é algum bug?
Provavelmente não, principalmente nas quests do Kurata, que são mas mais tensas nesse ponto...

33 - Ganhei roupas ao alcançar certo nível com o meu digimon inicial e diz neles que eles valem por 7 dias. O que acontecem com eles depois desse tempo?
Caso não tenham nenhuma att equipada, somem. Se não eles continuam ate que tu retire as atts, mas não repassarão nenhum bônus das atts pro tamer. Por exemplo os Red Sport Shoes dão 30% de MS e tem slot pra uma MS att e vai repassar 115% da mesma pro tamer - depois de 7 dias, caso tenha equipado algo nele perde-se os 30% de MS e o bonus do slot vai de 115% pra 0%.

34 - Como se deleta um Digimon?
Antes de mais nada duas coisas: O digimon que você queira deletar precisa estar em seu Digivice e que, uma vez deletado não tem mais volta, portanto tenha certeza de que realmente queira deletá-lo. Aperte a tecla C em seu teclado ou clique na letra C que fica do lado do avatar de seu tamer na parte inferior da tela. Vá na aba Digivice e clique com o botão direito do mouse no avatar do digimon que será deletado e depois clique na opção delete. Irá aparecer uma janela onde você deve colocar o e-mail utilizado para criar a sua conta na Joymax e depois clique em ok.

35 - Agora com essa história de Mystery Egg fiquei totalmente confuso. Qual a diferença entre os Eggs chocáveis?

Mercenary Eggs: esse é o que você dropa ou daqueles de digimon extra de evento. Não tem garantia nenhuma de hatch, é sorte pura mesmo. Custa em torno de 5-30M cada dependendo do digi.
Mystery Egg: um tipo de egg de cash random e que é garantido que o imput chegue a 3/5, porém caso queira, pode arriscar 4/5 ou 5/5. Custa de 100-300M dependendo do digi.
Cash Egg: egg com taxa de nascimento de 100%, porém limitado a nível de imput pré-determinado - um egg de cash 3/5 nunca conseguirá 4/5 ou 5/5, pois o próprio game te impede ao tentar outro imput. Custa de 100M-7T dependendo do digi e do nível de imput.



36 - O que é Scammer?
É um safado fdp que rouba outros players de forma variada: seja trapaceando numa trade, roubando seus Ms durante uma trade, roubando sua senha durante uma trade ou via site de compra de dinheiro de game, roubando seu cash, e por assim vai. Infelizmente está havendo casos de Scammers no DMO.

37 - Como eu evito eles?

Mude sua senha com frequência.
Mude e/ou use um e-mail exclusivo para sua account.
Não compre códigos de Premium Silk de outras pessoas, a não ser que as conheça e muito bem.
Não compre códigos de Premium Silk de sites ou companhias que não sejam parceiras da Joymax.
Não compre dinheiro de ingame (Ms/Ts) de sites suspeitos. (larga mão de ser vagal e vai farmar egg shell/drops -q)
Evite trades com pessoas que não conheça. Caso seja obrigado a fazer uma, mude sua senha depois.
Nunca aceite trades random!
Nunca doe itens para desconhecidos!
E, se caso ver ou souber de algo suspeito, tire print se possível e poste no site oficial do DMO (www.joymax.com/dmo/), na seção de Bug Report.



38 - Como mudo minha senha?
Logue em sua conta no site oficial do DMO ou no próprio site da Joymax, vá em My Account. Depois clique em Reset Password. O site vai pedir que confirme sua senha e na sequencia verifique se o E-Mail que aparece na tela é o correto e clique em Ok para que seja enviado um E-Mail de confimação. Acesse esse seu E-Mail e clique no link enviado pela Joymax. Agora sim, digite sua senha antiga, digite a senha nova no campo seguinte e confirme a nova senha a redigitando no campo inferior. Caso tudo esteja de acordo, aparecerá uma mensagem na tela confirmando a mudança de senha.

39 - Meu Inventário está cheio, e estou com itens muito importantes, portanto não posso deletar nada. Como faço?
Existem NPCs no jogo que servem como um Depósito pra itens seus. Esses são as Warehouses, e existem em 4 lugares no jogo até agora: DATS Center (PawnChessmon White), Yokohama East Village (PawnChessmon White), Western Village (PawnChessmon Black), e Wind Valley (PawnChessmon Black). Lembrando que os dois últimos só podem ser usados depois de algumas quests no Digimon World.

40 - Agora acabou o espaço na Warehouse também, eu não posso expandir ela pra ficar maior?
Sim, pode. Existe um item de Cash chamado Expansion Pack, que custa 49 Silks. Nele vem 7 espaços no Inventário, 7 na Warehouse e 1 no Digimon Archive. Lembrando que você também pode comprar esses itens de alguns players que o vendem.

41 - Aparece que eu recebo os itens de evento, aqueles que você ganha ficando logado, mas eles não aparecem no Inventário. Onde eles estão?
Eles vão pra um outro inventário, chamado Cash Warehouse. Pra acessá-la, ao lado do botão Options, no canto inferior direito, está o Botão Shop. Clique nele e escolha Cash Warehouse. Agora é só retirar os itens de lá quando você for usar, Lembrando que uma vez tirados, não podem mais voltar pra lá.

42 - Eu consegui fazer um Fulanomon, mas quando clico em Hatch, aparece uma mensagem e não consigo chocar, como faço?
Você precisa ter espaço na sua "Party", ou seja, um espaço livre naqueles dois círculos que ficam abaixo da barra de DS do seu Digimon. Caso você esteja com os 2 slots ocupados, coloque um desses Digimons no Digimon Archive.

43 - Consegui evoluir meu Digimon, mas depois de um tempo, ele voltou a ser Rookie sozinho, e agora?
Pra manter seu Digimon evoluído, você precisa manter a DS do seu Tamer, com itens chamados Vitamins

44 - Onde acho Vitamins?
Escaneando Eggs de borda branca, ou comprando de Vending Machines, que estão espalhadas por vários lugares

45 - Como recupero a DS e HP do meu Digimon?
Com pães, vitamins e Disks. Esses vendem em Vending Machines ou em alguns NPCs. Pães recuperam mais HP e custam mais barato que Disks, mas não podem ser usados durente uma batalha. Já os Disk são um pouco mais caros e recuperam um pouco menos, mas podem ser usados a qualquer momento da batalha.

46 - E se meu Digimon morrer?
Caso seu nível esteja Tamer lv5 e Digimon lv11, você perderá Exp a cada morte. Caso esteja lv menor, nada acontece.

47 - O HP do meu Tamer fica diminuindo sozinho, o que é isso?
Isso se chama fadiga, e caso seu Tamer perca todo o HP, ele fica lento pra andar e atacar, até se recuperar. Pode-se recuperar fadiga em cidades (DATS, Yokohama, Western Village, Babamon Village em Wind Valley, Digimon Farm e D-Terminal.

48 - Vejo alguns posts falando de tais Auras, o que é isso?
São um tipo de aura que fica em volta do Digimon caso ele esteja num nível alto. Atualmente tem 4 tipos de auras. Lv1 (lv46), Lv2 (lv51), lv3 (lv56) e lv4 (lv61). Elas só servem como decoração e não possuem nada que melhore algo no Digimon ou Tamer.

49 - Ganhei um tal de Chipset, o que é isso?
São itens que aumentam os stats do seu Digimon, quando colocados no Digivice (só clicar com o botão direito no Chipset quando está no inventário). Por enquanto, só pode colocar 2 Chipsets no Digivice, e quando colocados, não se pode mais transferir pra ninguém, nem vender.

50 - Eu tenho um DR Chipset, mas ele não aumenta nada no Gaomon, é um bug?
Não. Cada Digimon usa um tipo de Chipset diferente. Para conferir qual é, Vá na janela do seu Digimon (D), e procure umas "bolinhas" que possam dizer qual o tipo do Digimon (NSp, NSo, DR, UK, JT, VB, DS, WG). Os Chipsets tem níveis também, e o Digimon só vai receber tal bônus ao alcançar o nível do Chipset: por exemplo, só poderá usar um NSp +21 no lv31.

51 - Como acho Chipsets?
Comprando de outros Tamers, ou dropando em Eggs do tipo High Class e Super Class, que dropam dos Digimons

52 - Quais os atalhos do DMO?

Esc, Options
F1, F2, F3 e F4, Skills do Digimon
1, comando de ataque do Digimon
2, Parar ataque do Digimon
3, manter o digimon imóvel - dessa forma você pode se aproximar de um item sem chamar a atenção de um Leader, por exemplo.
5 e 6, trocar Digimon (caso tiver outros)
Y, janela de Achievments
I, inventário
D, janela no Digimon
F, Friend List
G, janela da Guild
L, Quests
C, janela do Tamer
N, mini mapa
M, mapa grande
Evoluir pra Champion: Insert
Ultimate: Home
Mega: PgUp
Voltar a forma Rookie: PgDn 



Na parte 2 falaremos sobre Marvel Heroes 2016...até lá!
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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Envelhencendo bem, muito bem! com Bruna Lombardi






 Se pensa que vou falar de como Bruna Lombardi permanece bela e arrancando suspiros, acertou, mas primeiro falarei da beleza que vem de dentro para fora. Em entrevista fornecida a revista ecológico, Bruna se mostra antenada e atualizada, com a importância de se atentar para a preservação do meio ambiente. A matéria foi feita no ano passado, porém é tão relevante que mereceu seu lugar aqui no baú. Boa leitura!
 
Talentosa. Inteligente. Engajada. Como se não bastasse, uma das mulheres mais lindas do Brasil e totalmente de bem com a vida. Atriz, escritora, roteirista e produtora, a cidadã Bruna Lombardi surpreende também pela veemência com que defende a causa ambiental. Há alguns meses, reapareceu na TV falando sobre economia de água e, em um vídeo postado em sua página no Facebook, mostrou-se sensível à preocupante crise de abastecimento em São Paulo.
Na filmagem caseira e em linguagem simples (confira abaixo), a estrela que eternizou Diadorim, do mestre Guimarães Rosa, “ensina” a tomar banho, com direito a lavar os longos cabelos, gastando o mínimo de água e em exatos cinco minutos. Pronto. Bastou o primeiro clique para o vídeo se tornar viral e registrar nada menos que 10 milhões de visualizações.
Diretamente de Los Angeles (EUA), Bruna concedeu entrevista exclusiva à Revista Ecológico. Otimista e amorosa, ela declarou sua paixão por Minas e sentenciou: “A água é o maior tesouro do milênio. Fico feliz em poder fazer a minha parte. Quero usar meu nome e meu trabalho para continuar envolvida em ações ambientais e ampliar a transformação por um mundo melhor”.
 Confira:
Este é o primeiro vídeo com foco em uma questão ambiental que você cria e compartilha com o público? Como surgiu a ideia?
Como a situação da água em São Paulo hoje é emergencial pensei: “O que eu poderia fazer para ajudar?”. Às vezes, a gente paralisa. A questão é tão séria, que nos achamos impotentes e não conseguimos fazer nada. Mas, se cada um fizer um pouquinho, faremos a diferença. Foi aí que surgiu a ideia de fazer um vídeo caseiro. Queria estimular as pessoas a compreenderem que uma pequena ação, dentro de casa, pode fazer uma enorme diferença. E então nasceu a frase: “De gota em gota, a gente faz a diferença!”
Você é uma formadora de opinião. Tem uma legião de fãs inclusive nas redes sociais. Pretende usar essa sua “audiência” para abordar outros temas ligados à conservação ambiental?
Para mim, água é um tema fundamental, porque é o maior tesouro do milênio. Falo dela no nosso filme “Amor em Sampa”, que vai estrear em breve, e no vídeo postado na minha página no Facebook (www.facebook.com/brunalombardioficial) para conscientizar as pessoas sobre o uso consciente desse recurso natural. Para minha surpresa, o vídeo tornou-se viral e teve mais de 10 milhões de visualizações. Há anos, tenho sido uma ativista em tudo o que acredito e trabalho constantemente para defender e transformar a maneira como lidamos com a natureza e os seus recursos.
Como você tem atuado? Em que acredita?
Precisamos repensar uma mudança de estilo de vida que permita despoluir o nosso ar, desenvolver o uso da energia limpa, fazer uso sustentável das florestas, plantar árvores, proteger os animais, ter alimentos livres de agrotóxicos e muitas outras questões. Educação ambiental tem que estar nas escolas. Fico feliz em poder fazer a minha parte. Quero usar meu nome e meu trabalho para continuar envolvida em ações como essas e ampliar a transformação por um mundo melhor.
Quando se fala em meio ambiente, considerando o Brasil e o mundo, o que mais lhe preocupa ou primeiro lhe vem à mente?
Estamos tratando recursos naturais finitos como se fossem infinitos. Dizimando fauna e flora e acabando com os rios. Essa responsabilidade com o planeta é de todos. As mudanças climáticas, o aumento drástico das temperaturas, as grandes enchentes e as secas terríveis são consequências. Mas ainda dá tempo de reverter essa situação, mudando tanto o comportamento individual quanto a vontade política – que deve se voltar para essa situação emergencial.
Além do banho consciente, você adota outros hábitos sustentáveis em sua rotina?
Há décadas me preocupo com a economia de energia elétrica, a reciclagem de lixo, o consumo de alimentos orgânicos, muito antes de esses temas terem tanto espaço na mídia. A minha casa tem vários recursos de reaproveitamento de água, energia solar e de reciclagem de lixo. Tenho também uma pequena horta, mas a gente trabalha para que haja cada vez mais hortas orgânicas comunitárias…
No seu aniversário, em agosto, você visitou crianças no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Foi uma ação pontual ou você sempre faz isso?
Faço isso há muitos anos. Inclusive, sou madrinha da Amigo H, associação do Hospital Albert Einstein. Abraço várias causas em que posso ajudar as pessoas a serem mais felizes. Assim como cuidar de animais abandonados, procurar abrigos e incentivar a adoção. O que a gente quer é dar mais alegria a todos. Na minha página no Face e em toda a minha comunicação com a mídia, a mensagem é: melhorar a vida das pessoas e do planeta. Luto por um mundo mais verde, pelo fim da violência contra mulheres e por uma sociedade de paz e harmonia. Queremos mais qualidade de vida para o cotidiano das pessoas. Saúde física, emocional e espiritual. Atingimos o equilíbrio quando conseguimos equalizar todos os canais de percepção do corpo.
Em recente entrevista à TV você disse: “Sou uma pessoa sensitiva, que acredita na capacidade de despertar o melhor nos outros”. Como cultivar essa virtude em tempos de tanta correria e carência de gentilezas?
Fazendo um trabalho que seja generoso e alcance as pessoas. Não podemos olhar apenas para o próprio umbigo, precisamos ter uma visão do todo. Pensar no outro e na coletividade é trabalhar por um mundo melhor. Ser gentil beneficia todos. Precisamos estar abertos aos novos conhecimentos, olhar para a vida como uma grande escola. Estamos todos aprendendo o tempo inteiro. É preciso eliminar o egoísmo, distribuir e compartilhar os saberes. Assim, teremos um mundo melhor e mais feliz.
O tema do Prêmio Hugo Werneck 2014, promovido pela Revista Ecológico, foi a preservação do Cerrado e das veredas retratadas por Guimarães Rosa. Nos anos 1980, você eternizou Diadorim, personagem de “Grande Sertão: Veredas”. Como foi o “mergulho” em Minas durante as filmagens? Que lembranças você guarda?
Minas é um dos lugares mais importantes da minha vida. Eu me considero mineira por adoção, tenho muitos amigos queridos aí. Sem dúvida, é um dos lugares mais bonitos do mundo. Foi em Minas que tudo começou quando interpretei Diadorim, uma das personagens mais importantes da literatura brasileira. Esse papel mudou a minha vida. Durante três meses, tive de treinar muito. Fiz aulas de tiro, de faca e aprendi a domar cavalo selvagem, além de atividades físicas pesadas para um forte preparo físico. Nessa viagem, registrei minha transformação e metamorfose para me tornar Diadorim. Esse relato deu origem ao meu livro: “Diário do Grande Sertão”, escrito para não enlouquecer e conseguir me orientar nessa nova identidade.

Você nasceu no Rio de Janeiro e há anos divide seu tempo entre Los Angeles e São Paulo. Que paisagem ou destino considera a cara do Brasil?
O Brasil inteiro é muito especial para mim. É um dos países com o maior potencial turístico do mundo, graças à sua diversidade cultural e belezas naturais. Tenho o maior orgulho de ser brasileira, adoro o meu país. Temos uma diversidade de gente, de comida, de cultura, de paisagem... De norte a sul, temos vários “Brasis”.
Beleza: você é um ícone nacional. Considerando a diversidade brasileira, os padrões ditados pela moda, o culto à magreza... O que é beleza para você?
Vejo beleza em tudo e em todos, respeito a diversidade. Na minha página do Face estimulo o amor e que todos gostem de si como são, com os mais diferentes padrões. Precisamos sempre buscar o equilíbrio espiritual. E isso faz com que a beleza física não seja primordial. Precisamos estar bem de corpo e alma. Claro que devemos cuidar do corpo. É ele que carrega a nossa alma. Saúde é fundamental, mas quando a gente se gosta, consegue ver beleza em tudo. Mais uma vez, o segredo é alcançar o equilíbrio emocional, mental, físico e espiritual.
Que valores considera importantes cultivar no convívio com a família e os amigos?
O amor, acima de tudo. Sempre! Eu sou daquelas que se pergunta o que fiz para merecer tanto amor e sou profundamente agradecida pela família que tenho. A gente divide e mistura o trabalho em tudo o que faz: arte e vida, criação e diversão, compromisso e responsabilidades. Buscamos a excelência em tudo, em fazer um trabalho generoso, que toque as pessoas, mexa com as emoções e faça bem a todos.
É otimista em relação ao futuro da natureza? Acredita que a humanidade corrigirá a sua trajetória, adotando novos hábitos em favor da conservação do planeta?
O Brasil é um país abençoado com todos os recursos naturais. Há uma enorme esperança. Que futuro a gente quer? O problema econômico, social e ambiental não vem da falta de recursos, mas sim das escolhas e da má distribuição. O que virá depende de nossas escolhas agora. O Brasil pode ser o maior exemplo de energia limpa do século XXI e fazer da biotecnologia o seu grande trunfo.
Quer deixar um recado para os nossos leitores?
Quero que entrem nas minhas redes sociais. No Face, no Instagram (lombardibruna), no Twitter (lombardibruna) e no YouTube (Brunalombardi). Lá eu converso com os fãs sobre as coisas em que acredito, troco ideias, mostro meus vídeos e fotos. É uma grande troca amorosa. As pessoas se sentem mais felizes na página.

Quem é ela:
Apaixonada por bichos, a leonina Bruna Lombardi cria, em São Paulo, Amora, Tango e Tom, três vira-latas pegos por ela na rua. Na casa em Trancoso, na Bahia, há outros oito cachorros e quatro gatos. Todos adotados. Sempre que pode ela faz campanhas contra maus-tratos e abandono de animais. É “pisco-vegetariana” e bebe muita água. Álcool, só socialmente. E não fuma. Mas, acima de tudo, procura ser coerente com os seus valores de vida. É casada com o ator e diretor Carlos Alberto Riccelli e tem um filho.

Bruna nas redes sociais:
“Vamos cuidar dos nossos rios. Água não se fabrica.”
“Gente, como estamos vendo nas notícias, o Sistema Cantareira está em alerta. Ele abastece toda a Grande São Paulo e é um dos maiores sistemas de abastecimento de água do mundo. A situação é a mais crítica da história! Essa também é uma luta nossa! Vamos preservar a natureza, cuidar dos nossos rios, economizar a água que usamos em nosso dia a dia. São pequenas ações que fazem a diferença, pequenos atos de economia. Assim, poderemos reverter esse quadro e voltar a ver a Cantareira linda e cheia de vida!”
“A situação em São Paulo está cada vez mais difícil. Já falta água em muitos bairros. Precisamos mais do que nunca nos conscientizar e economizar água. Pense em todas as pequenas coisas que você pode fazer no dia a dia. De gota em gota, a gente faz a diferença!”
“Olhem para o céu com essa lua cheia linda que está nascendo agora! Você não está aqui por acaso. Vamos juntar nossos pensamentos positivos e pedir o melhor do universo para todos.”
“Crie os seus filhos com amor e valores legais. Ensine-os a amar os bichos e a natureza. Assim, você já está contribuindo para um mundo melhor.”
“A natureza é generosa e está repleta de coisas lindas que nos fazem bem. Você já reparou nas árvores do seu bairro?”

fonte:  http://www.revistaecologico.com.br/
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sábado, 27 de agosto de 2016

A aliança cósmica tranzforma


Pare! você chegou até aqui,

Relaxe por um instante, respire e mentalize o que quer fazer agora...

VOCÊ é capaz, capaz de realizar seus objetivos, todos eles,

sua energia está voltando, com tudo que o universo tem a te oferecer,

Aceite!

Aqui o mundo está no seu ritmo, sinta todas essas maravilhosas possibilidades,

pense em tudo que você pode realizar...é só querer, aqui e agora,

você vive, vive porque todos precisam do seu sopro de energia,

compartilhe,

a sua benevolência é o seu guia, sua paz seu alicerce,

caminhe,

e não se esqueça de deixar para trás tudo que não lhe serve mais

volte sempre!


Namastê


CANALIZE SUA ENERGIA E TRANZFORME EM ALGO BOM


A vida sem amor é um livro sem letras


"Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.
Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.
Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.
Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível".
Augusto Cury


Para mais acesse:  http://estado-zien.blogspot.com.br
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sábado, 30 de novembro de 2013

homens e mulheres que optaram por uma vida mais simples


fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/04/homens-e-mulheres-que-optaram-por-uma-vida-simples.html







Conheça  homens e mulheres que optaram por uma vida mais simples

Na contramão da sociedade contemporânea, homens e mulheres

optam por uma vida mais simples. Eles garantem que são mais felizes. 

Conheça as histórias

Você pode ter passado a vida inteira, ou parte dela, ouvindo a expressão: tempo é dinheiro. 
Conhecido de perto um universo em que ter do “bom e do melhor” é sinônimo de uma vida
sossegada. Também deve ter escutado, e acreditado, que comprar roupas, sapatos e supérfluos 
alivia o estresse, principalmente, das mulheres durante a tensão pré-menstrual (TPM).
Que shopping é e será um dos melhores lazeres desta vida moderna.
Agora, suponha que tudo isso virasse de cabeça para baixo.
Em nome da simplicidade do ser, homens e mulheres, de idades diferentes,
chacoalharam esses velhos conceitos cada vez mais impostos à sociedade e optaram,
sem culpa e com leveza, por uma vida simples. Acreditam que precisam de pouco para
se satisfazer e asseguram que o lucro com tudo isso não se vende nem se troca,
e tem nome: felicidade.
Não se trata de um movimento, mas um fenômeno sem causa única e nenhuma regra.
Essas pessoas estão, aos poucos, caminhando por conta própria em busca da simplicidade,
sem fazer publicidade disso. Alguns mudaram de cidade, outros conseguiram isso morando
em uma capital como Belo Horizonte. E não estão sós. A tal simplicidade já chama a atenção
do mundo, já que grandes homens, que poderiam esbanjar mordomias, disseram “não”
a elas e a tudo que elas remetem. O ex-guerrilheiro José Mujica, atual presidente do
Uruguai, por exemplo, mora em uma casa deteriorada na periferia de Montevidéu,
sem empregado nenhum. Seu aparato de segurança: dois policiais à paisana estacionados
em uma rua de terra.
Outro que recebeu os olhares do planeta é o papa argentino Francisco, que despertou
a simpatia dos católicos e até mesmo de quem não segue a religião, por quebrar protocolos
 da Igreja. Sabe-se que antes de chegar ao cargo mais alto da instituição, no dia 13,
quando foi escolhido como papa, ele andava de metrô e ônibus por Buenos Aires e
 cozinhava a própria comida. Já como líder do catolicismo, ele dispensou o carro oficial
ao celebrar uma missa e caminhou pelas ruas, aproximando-se mais do povo.

BONS EXEMPLOS

Mas não é preciso ir a Roma ou ao Uruguai para conhecer pessoas que apostam nesse
modo de vida. O Bem Viver conheceu bons exemplos dessa vida simples. São guerreiros
 que nadam contra a maré em uma sociedade que, cada vez mais, valoriza o supérfluo
 como a garantia para ser feliz. “Hoje, o que predomina é o consumismo mais exacerbado,
 mas se há grupos buscando essa simplicidade é um sintoma de que essa exaustão
das buscas frenéticas acaba não levando a lugar nenhum”, comenta o psicólogo,
psicanalista e doutor em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Carlos Roberto Drawin.

Advogada Débora Paglioni, de 23 anos, acredita que ser simples é uma postura que tem a ver com bem-estar e consciência (Foto: Estado de Minas)
Certos de que há muito mais quando se tem menos, os entrevistados para esta reportagem servem como verdadeiras lições de vida. Maria Madalena Aguiar, de 66 anos, diz ser “feliz demais” em levar uma vida baseada na simplicidade e acredita, por exemplo, que está mais perto de Deus. Já Guilherme Moreira da Silva, de 56, mora em um sítio em Macacos, na Grande BH, e garante que “ser simples” traz a ele conforto, alegria, prazer e felicidade. A mesma sensação tem Priscila Maria Caliziorne Cruz, de 23, que ao optar por esse estilo de vida diz ter ampliado sua consciência, ficando mais inteira e presente na vida. “A simplicidade nos obriga a olhar para nós mesmos”, comenta o frei Jonas Nogueira da Costa, que desde menino se encantou pela vida de São Francisco de Assis e adotou a espiritualidade franciscana. Para a advogada Débora Paglioni, de 23 anos, ser simples vai muito além de ter dinheiro. “Tem a ver com bem-estar e consciência”, afirma.

SOMENTE O NECESSÁRIO

Carro, só ser for para locomoção. Telefone é para se comunicar, não precisa de touch screen nem aplicativos mirabolantes. Roupas ou sapatos novos somente quando forem de extrema necessidade, afinal, para quê mais? Comer bem não é ir a restaurante refinado, mas aquilo que é feito em casa. Ter uma vida simples passa por muitas dessas posturas, que não são regras.
Mas quem decide viver com o que é necessário nega o que hoje é tão valorizado,
como a corrida disparada pelos melhores celulares, casa, carros e as mais belas joias.
E acaba consciente de que o tempo e a energia investidos para a aquisição de coisas
podem minguar as oportunidades de conviver com o outro, de buscar a 
espiritualidade, autoconhecimento e senso de comunidade. É como se essas pessoas
 se abrissem mais para o mundo ao seu redor e dissessem: “Desapeguei”. 
Talvez por isso, elas são serenas, sorridentes e leves, vivendo somente com o necessário, 
aquilo que para elas é essencial.
Esse desapego e vontade de viver somente com o que precisa não é algo que a humanidade 
conheceu hoje. O psicólogo, psicanalista e doutor em filosofia pela Universidade Federal 
de Minas Gerais (UFMG) Carlos Roberto Drawin destaca que esse comportamento é 
antigo e vem desde antes do cristianismo. “Vem de uma sabedoria grega. Não é só no sentido
 de não ter bens materiais, mas não transformá-los em uma tirania.” Ele conta que existia uma 
corrente da filosofia grega, o chamado estoicismo, que mostrava que o homem só atinge a 
felicidade se ele for livre, ao se livrar das dependências dos bens materiais. “Isso foi seguido 
tanto por um escravo quanto pelo imperador.”

De tanto desapegar desses bens, Guilherme Moreira da Silva, de 56 anos, é chamado de
Mazzaropi pelos amigos, em alusão ao cineasta, ator de rádio, TV, de circo, cantor e
diretor Amácio Mazzaropi, que, mesmo rico, foi conhecido como o gênio da simplicidade.
Ele marcou a história do cinema nacional ao mostrar personagens simples e uma
linguagem bem próxima do povo. Guilherme não optou pela arte. Desde menino, sofria
de bronquite e a medicina não lhe dava esperança de cura. Por meio de uma vida
que ele mesmo chama de alternativa, conseguiu se livrar da doença, desafiando até
o diagnóstico médico.
Nascido e criado em Belo Horizonte, há 30 anos Guilherme se mudou para São Sebastião
das Águas Claras, mais conhecido como Macacos, na Grande BH. Formado em
arquitetura e especializado em paisagismo, ele morou na Espanha por um ano.
Mas foi em Macacos, em um sítio em meio à natureza, que se encontrou. Por 15 anos,
morou ali sem energia elétrica. Ele diz até hoje não comprar roupas e só usar aquelas
que seus irmãos lhe dão. “Não atribuo grandes valores ao materialismo.
Tenho uma caminhonete porque preciso dela para trabalhar.”
Guilherme hoje mexe com produtos naturais, vende pães integrais e come tudo o que planta.
Onde mora não há internet. “A minha bronquite que me incomodava muito. Queria uma vida
saudável. Esse modelo que adotei tem raízes profundas em querer sobreviver e gostar da vida. Chegou o momento em que o mais importante era a qualidade do ar que respirava ,
o contato com a terra e a comida que comia.”
Em uma casa de alvenaria sem luxos nem precariedade, Guilherme tem uma televisão,
que de vez em quando é ligada. “A vida pode ser muito mais simples. A busca por ter tudo,
trocar o velho pelo novo, traz desconforto. A sociedade nunca está satisfeita.”
Para ele, a vida no campo traz essa simplicidade, alegria, conforto e prazer.

ESFORÇO

Professor do curso de ciências sociais da Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas),
Ricardo Ferreira Ribeiro diz que hoje as pessoas fazem um esforço danado para ter renda e, 
por outro lado, geram um estresse, acúmulo de trabalho e problemas de saúde.
“A opção pela vida simples tem sido mais singela, há menos requinte, mas exige menos
esforços.” Ele lembra que os hippies chegaram a optar por esse modo de vida,
como crítica ao consumismo. “Esse modo de viver aproxima mais as pessoas,
cria-se uma empatia.”
Para o frei Jonas Nogueira da Costa, de 37, viver com pouco se aprende ao estar perto
daqueles que têm poucas condições financeiras. De família simples e católica, ele sempre
participou das atividades da igreja de Três Rios, sua cidade natal, no interior do Rio de Janeiro,
o que despertou sua vontade de ser padre. Em 1995, entrou para a Ordem dos Frades
Menores, motivado pelo exemplo de São Francisco de Assis, que dedicou a vida à
simplicidade e aos pobres. “A proposta de simplicidade, de viver como irmão e ter uma vida
de oração são pilares que me encantaram”, diz. A simplicidade para Jonas é entendida
como partilha. “Você não pode chegar a Deus com títulos acadêmicos, roupas e outros.
Deus é simples.”
O frei conta que a principal mudança que sentiu na sua opção devida foi no conceito de
posse. “As coisas que eram da minha família pertenciam a eles e a mim. Hoje, tenho o
conceito do nosso.” Suas posses, segundo ele, são os livros. Não se importa com roupas e
compra só o necessário. “A simplicidade tem o campo prático e político. No primeiro,
é o contato com as pessoas mais simples e afetos com as plantas e animais.
No segundo, é a denúncia do consumismo que gera frustrações.”
Ele ensina que a vida simples permite o contato consigo mesmo. “Nos obriga a olhar
para nós mesmos e ao nos depararmos com o ser humano que somos nos libertamos
das grandes tentações do consumismo.” O grande ganho para o frei é a felicidade
como comunhão, prazer nas pequenas coisas , estar bem consigo mesmo.
“Temos que fazer o que gostamos. A minha opção me faz bem, humano e feliz.”
Para o frei, quem segue a vida baseada na simplicidade, independentemente da religião, tem que aprender a escutar os pobres materialmente e socialmente. “Eles são os nossos mestres.
Há muita coisa que dissemos que são fundamentais para nós, e vemos que outras pessoas
conseguem viver sem aquilo. Às vezes temos tudo e não abrimos mão de nada, e esse pobre
consegue sorrir e falar de Deus. Por trás disso, há uma sabedoria. Não há uma receita pronta
para essa vida simples. Cada um tem que fazer a própria síntese”, aconselha.

Estilo de vidas

Existe um movimento chamado simplicidade voluntária, que é um estilo de vida no qual
os indivíduos conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais
melhor”, em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples
por diferentes razões, que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida
e do tempo passado com família e amigos, redução do estresse, preservação do meio
ambiente, justiça social ou anticonsumismo. Algumas pessoas agem conscientemente
para reduzir as suas necessidades de comprar serviços e bens, e, por extensão,
reduzir também a necessidade de vender o seu tempo. Alguns usarão as horas a mais
para ajudar os seus familiares ou a sociedade, ou sendo voluntário em alguma atividade.

Compra consciente

Mudar os hábitos de consumo e só adquirir produtos de que realmente precisa é 
uma opção de vida de quem busca ser mais saudável
Não é preciso sair da capital ou se dedicar integralmente ao sacerdócio para ter uma vida
simples. Essa opção de vida, apesar de a luta ser ainda maior, é bem possível na
cidade grande, mesmo com as tentações do consumo e seus exageros bem próximos.
A simplicidade, muitas vezes, está na essência da alma e em atitudes conscientes, e
não é preciso radicalismo para chegar até ela. O professor do curso de ciências sociais
da Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas) Ricardo Ferreira Ribeiro diz que essa
opção de vida pode ser uma certa crítica aos valores ligados à ostentação e ao padrão
de vida de pessoas que não conseguem abrir mão dos bens materiais.
“A gente acaba consumindo muitas coisas, para quê? Qual a finalidade desse bem
que se adquire?”, provoca.
Foram essas as perguntas que motivaram a psicóloga Marina Paula Silva Viana, de 28 anos,
a enfrentar um desafio: um ano sem compras. De junho de 2011 até junho de 2012,
ela não comprou nada de supérfluo e criou um blog na internet relatando sua experiência
durante esse período. A página levou o nome do desafio, Um Ano sem Compras.
Mineira de Belo Horizonte, a jovem mora desde 2008 em Curitiba e achava que a proposta
seria difícil. “O mais complicado é conter o primeiro impulso. Mas vi que isso é bem possível.”
O dinheiro que usava para comprar roupas, bolsas, calçados e cosméticos foi gasto em lazer. “Sempre gostei dessa opção de vida, e queria fazer essa experiência. Você percebe que tem outras
prioridades na vida. Passei a fazer mais programas ao ar livre, a aproveitar atividades
intelectualizadas. Quando estamos imersos no consumo, deixamos o que nos dá prazer
em segundo plano. Passada essa experiência, hoje compro bem menos e me foquei no
que é essencial para mim.”
Como psicóloga, Marina conta que muitos pacientes trazem para o consultório frustrações
vindas do consumo. “As pessoas estão consumindo mais. E isso acaba tendo uma função
psicológica. Ela acabam acreditando que a personalidade está ligada ao que consomem.”
Formada em teatro, produtora do curso de educação gaia em BH e estudante de letras na
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Priscila Maria Caliziorne Cruz, de 23,
diz que a vida simples vem dos pilares que recebeu em casa e das suas buscas e
anseios. “São escolhas diárias. Encontrei em BH, no meio urbano, uma alternativa mais
simples para viver.”
Ela conta que o segredo dessa opção está na consciência do que se busca.
“Sabemos que ter um telefone é importante para atender a necessidade. Mas nem
sempre essa necessidade por um produto acompanha moda e o que está no mercado.”
Há 10 anos, a jovem não entra em shopping, pois, segundo ela, é um ambiente que
a incomoda, principalmente pelo objetivo daqueles que estão ali e os tipos de relações
estabelecidas. “Participo de um encontro anual de trocas de roupas. Para a minha
alimentação, participo de redes de agricultura urbana, que são alimentos produzidos
na cidade. Compramos diretamente dos produtores, sai mais barato e não acumula tanto
valores.”
A maior preocupação de Priscila é com o meio ambiente. Ela procura ter atitudes
sustentáveis, como reciclagem de lixo, usar carona ou transporte público. “Essa opção de
vida me faz sentir em harmonia comigo mesma. Quando fiz essa escolha,
é como se tivesse responsabilidade com as pessoas ao meu redor.” Ela diz que 
o encontro com esse modo de vida foi motivado por uma busca de vida saudável, 
da saúde do corpo e da mente . “Nunca fiz escolhas motivada pelo financeiro.”

BENS MATERIAIS

Por mais que as quatro filhas insistam, Maria Madalena Aguiar, de 66 anos, fica bons anos
sem comprar roupas. Prefere consertar as que tem e não se importa com a idade delas.
Um vestido e um tamanco já estão de bom tamanho. Mesmo morando na capital, a essência,
adquirida na infância, na roça e durante os três anos que morou em um convento em
São Paulo, ela mantém intacta e com orgulho. Diz já ter conhecido muitas pessoas que
ostentam bens materiais. “É de dar dó”, comenta.
Certo dia, uma de suas filhas a chamou para sair. Ela logo pegou a bolsa de pano e disse
estar pronta para acompanhá-la. A filha sugeriu que mudasse de roupa. “Você quer o que
visto ou a minha companhia?”, respondeu Madalena. Apaixonada pelas poesias que cria,
ela conta que prefere andar de ônibus ou a pé a ir de carro. “Temos pernas é para andar.”
Compras com ela, só o essencial. O seu lazer é mexer na terra, com as plantas e aprender
com elas. “A vida simples é uma sabedoria”, avisa. Para ela, ajudar o outro a ter um coração
bom são as grandes riquezas do ser humano.
Madalena conta a lenda que lhe serve de inspiração. “Uma vez, um turista viajou para
conhecer um grande sábio. Quando chegou, disse a ele que queria conhecer seus móveis. O sábio, muito tranquilo, mostrou que só tinha uma cama e uma cadeira e o convidou a entrar.
O homem não aceitou, disse estar só de passagem. O sábio respondeu: ‘Eu também’.”
Para essa senhora, a história aponta o que devemos pensar antes dos bens materiais
serem nossos donos. “Caixão não tem gaveta. Estamos aqui só de passagem.” (LE)

Viver com o essencial

Este mês, o New York Times publicou um artigo sobre a vida de Graham Hill, que vive em
um estúdio de 420 pés. Ele tem seis camisas, 10 tigelas rasas que usa para saladas e pratos
principais. Não tem um único CD ou DVD. Era rico, tinha uma casa gigantesca
e cheia de coisas – eletrônicos , carros e eletrodomésticos. “De uma certa forma,
essas coisas acabaram me consumindo”, disse na entrevista. Em 1998, em Seattle,
vendeu sua empresa de consultoria de internet, Sitewerks, por muito dinheiro e passou a
comprar muito. Entre as compras, um Volvo preto turbinado. Mas tudo isso passou a
incomodá-lo e a ficar sem graça. E ele decidiu viver somente com o essencial.
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