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quarta-feira, 31 de julho de 2019

8 frases incríveis de Bob Dylan para explodir seu cérebro



A única pessoa do mundo que foi premiada com um Oscar, um Grammy, o Globo
de Ouro, o pulitzer e o Nobel, Bob Dylan é considerado por muitos, e por mim, o
compositor mais importante dos tempos modernos. E por mais que receber
alguns desses prêmios não queira dizer muita coisa, ser a única pessoa do
mundo a receber todos eles tem lá sua importância.

Mas, independentemente disso, muito antes de receber essa coleção de prêmios,
Bob Dylan já impactava a vida de milhões de pessoas com as suas músicas e a
mensagem que ele passava pelas suas letras.

Quase nada que Bob Dylan diz é preto no branco ou tem uma interpretação
exatamente definida. Ele sempre fez questão de não explicar o significado das
letras para a imprensa e, quando possível, confundir ainda mais.

Mas já vamos entender isso melhor com oito frase geniais que vão: ou mudar a
sua vida, ou explodir a sua cabeça ou… se você tiver sorte, os dois.


1. Não existe sucesso como fracasso e o fracasso não é sucesso de forma alguma.

Hoje em dia uma das dicas mais propagadas , seja por escritores,empreendedores ou qualquer um que tenha alcançado o sucesso é que ninguém chega lá sem fracassar várias e várias vezes, mas nessa frase Bob Dylan nos lembra do que a maioria se esquece de dizer: fracassar em si não é sucesso de forma alguma. Só quando aprendemos com o fracasso é que seguimos em direção ao sucesso.

A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar
resultados diferentes , mas tem mais: essa frase do Bob Dylan vai alem, vivemos
numa sociedade que valoriza o fracasso, onde ter sucesso é condenável.
Independentemente da forma como esse sucesso se manifesta, as pessoas têm
vergonha de mostrar o que alcançaram, se orgulham de ter pouco dinheiro,
poucas conquistas, etc, e a população no geral apoia esse comportamento.
Vamos pensar naquele caso clássico de um cara que adora uma banda
desconhecida e, quando ela estoura e fica famosa, ele para de ouvir porque a
banda virou “modinha”. A banda só era boa enquanto era fracassada, assim
que alcançou o sucesso, perdeu o seu valor. Então fracassando você é
considerado bom, mas sabemos que o fracasso não é sucesso, é simplesmente
fracasso, por mais glamourizado que seja.

2. Aquele que não está se ocupando em nascer, está se ocupando em morrer

Essa é sem dúvida uma das frases mais famosas de Bob Dylan. Ao primeiro
olhar muitos interpretam o que parece óbvio, mas que mesmo assim surpreende
que a partir do momento em que nascemos estamos começando a morrer, o que
não parece muito bom, principalmente considerando o medo de morte que isso
traz à tona e que muita gente compartilha. Mas, e se na verdade ela tiver um
significado muito mais engrandecedor?
No momento em que paramos de nos reinventar, ou seja, renascer, começamos a
morrer. Não é da morte que devemos ter medo, é do comodismo, da
estagnação. Não podemos ficar parados, devemos estar sempre nos ocupando
em nascer de novo, mudar, evoluir, crescer ou então estaremos nos ocupando
em morrer.

3. Você não precisa de um meteorologista para saber para que lado o vento sopra

Você não precisa de ninguém para te dizer o óbvio ou o que você pode
descobrir por si mesmo. Ainda assim muitas pessoas buscam nos outros uma
forma de aprovação e esperam que os outros os apontem as direções e
decidam os caminhos que elas podem e devem decidir sozinhas.
E essa frase tem uma relação direta com uma das músicas mais famosas de
Bob Dylan, Blowin in the Wind, que foi o primeiro grande sucesso logo no
começo da sua carreira, trazendo uma explosão repentina de fama quando
começaram a vê-lo como um novo profeta, um porta-voz da sua geração.
Em Blowin in the Wind ele faz vários questionamentos sobre a condição humana
e diz que as respostas estão soprando no vento, mas ele sempre recusou os
títulos de profeta, d e porta-voz da suia geração. Então, quando ele diz que você
não precisa de um meteorologista para saber para que lado o vento sopra, ele
diz que você tem que achar as respostas soprando no vento por conta própria e
não esperar que ele ou qualquer outro grupo místico, como vemos muito hoje em
dia, tragam as respostas para você.

4. Roube um pouco e eles te jogam na cadeia, roube muito e eles te fazem rei

Não é exatamente isso que temos vividos agora, ou melhor, que temos vividos
desde sempre? essa frase atemporal de Bob Dylan é simples e crua: ou você
rouba o suficiente para mandar em quem vai te julgar, ou você paga pelos seus
crimes.
Temos quase um réu julgado em segunda instância da Lava Jato sendo solto por
semana, pelo simples fato que eles reinam sobre quem determina as suas
próprias sentenças. É a forma como a sociedade opera e ainda que a palavra
rei seja usada no sentido figurado, podemos transferir essa mesma máxima
para o poder do estado e para cada vez que temos que pagar impostos.

5. Eu era tão mais velho antes, eu sou mais jovem agora

A frase é de cara totalmente contraditória e a ideia é justamente essa. Bob Dylan
se deu conta que não envelheceu com o tempo, mas sim, rejuvenesceu,
deixando para trás velhas ideias e absorvendo, cultivando e desenvolvendo
ideias novas.
Podemos quebrar o feitiço do tempo vivendo assim, sem ficarmos presos no
passado, sem nos apegarmos a ideias que já são ultrapassadas por orgulho,
aceitando que as derrotas não são nada além de aprendizados.
Vivemos uma constante mudança, não somos o que éramos ontem e muito
menos o que éramos ano passado, mas não somos necessariamente mais
velhos. Se simplesmente levarmos em conta que com o tempo deixamos o que
era antigo para trás e nos abrimos para o novo, podemos ficar cada vez mais
jovens.

6. Para viver fora da lei você deve ser honesto

Aqui podemos entender que Bob Dylan fez um trocadilho com viver fora da lei no
sentido jurídico e no sentido social. Quando tantas coisas que discordamos são
impostas como leis pela sociedade, só alguém muito desonesto, com seus
próprios princípios consegue viver bem com isso. Só alguém muito hipócrita
engole todas as convenções e age de acordo com que os outros esperam, e
mesmo assim isso representa a grande maioria das pessoas. São
extremamente raras as que têm coragem de ser honestas o suficiente para viver
fora da lei e desafiar o meio em que vive, ir além das fronteiras do que é
aceitável e quebrar barreiras que até então impedem o crescimento. São esses
foras da lei honestos que impulsionam o mundo para frente

7. Atrás de qualquer coisa bonita existe algum tipo de dor

Eu me lembro da primeira vez em que ouvi essa frase, eu pensei que ela não
podia estar certa, que era pessimista demais, mas aí eu comecei a pensar, e
quanto mais eu pensava, mais verdadeira a frase parecia. Eu não conseguia
encontrar nenhuma exceção, então eu entendi que o pessimismo de Bob Dylan
tava certo, realmente atrás de qualquer coisa bonita existe algum tipo de dor.
Mas foi só depois de rever essa frase mil vezes que eu me dei conta que sim, ela
é a mais pura verdade, mas não é necessariamente pessimista. É só a verdade
sobre de onde nascem as coisas mais bonitas do mundo, sobre o fato de que o
sofrimento, mesmo que inevitável, não determina o resultado. Do sofrimento
mais horrível pode nascer a vitória mais deliciosa, a arte mais maravilhosa e,
como exemplo, temos a própria música de onde essa frase foi retirada: Not Dark
Yet.

8. Não critique o que você não consegue entender

A definição perfeita de um hater, aquele que critica o que não consegue
entender, todo mundo lida com gente assim. Só que mesmo que o termo seja
novo, esse tipo de pessoas sempre existiu e Bob Dylan lidou com eles a vida
inteira. Sempre foi questionado pelo seu sucesso, pelas suas letras, pelas suas
habilidade vocais, pela sua constante mudança de estilo musical , mas deixou
essa resposta simples e direta: Não critique aquilo que você não consegue
entender.
Isso é uma coisa que devemos levar para a vida toda. Sempre que somos
confrontados com algo desconhecido, novo, que desafia os nossos
conhecimentos, nos vemos cara a cara com a nossa própria ignorância e isso
pode ser doloroso, então a nossa tendência é atacar, mas podemos ser
maiores do que isso, principalmente nos tempos de extremismos que vivemos
hoje. Se não entendemos o discurso que vem do outro lado, tudo bem, não
precisamos conhecer tudo, podemos assumir a própria ignorância ao invés de
criticar o desconhecido, essa é a única forma de aprender.
E por mais que tenhamos chegados ao fim, nada começa nem termina quando
se trata de Bob Dylan, então eu vou finalizar com uma frase do próprio, que nos
mostra que provavelmente não ouvimos e nunca ouviremos nem metade do que
ele realmente teria a nos dizer:
“E se meus sonhos e pensamentos pudessem ser vistos, eles provavelmente
colocariam a minha cabeça em uma guilhotina”
Mas, sorte a nossa que o que ele pode nos mostrar sem perder a cabeça, nós já
temos o suficiente para uma vida de aprendizado.

Fonte: Epifania Experiência - Se inscreve lá e namasté
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

8 qualidades de pessoas educadas




“A medicina é a minha legítima esposa; a literatura é apenas a minha amante.” O escritor russo Anton Tchekhov, gênio inovador do conto, escreveu uma carta para seu irmão em 1886. Nikolai estava morando em Moscou e tentava a vida como pintor. Queixava-se de ser um artista incompreendido. “As pessoas te entendem perfeitamente bem. Se você não entende a si mesmo, não é culpa delas”, escreveu-lhe Tchekhov.
Na carta, Tcheckhov tenta explicar o que é ser verdadeiramente educado. Basicamente, em sua visão, trata-se de ter elegância intelectual, mais do que ler livros ou falar sobre livros que você leu ou não leu. Num momento em que ser burro, histérico e vulgar está na moda, os oito conselhos de Tchekhov são bastante úteis.

Pessoas cultas devem, em minha opinião, satisfazer as seguintes condições: 
  1. Respeitam a personalidade humana e, pelo mesmo motivo, são sempre amáveis, gentis, educadas e dispostas a ceder ante os outros. Não fazem fila por um martelo ou uma peça perdida de borracha indiana. Se vivem com alguém a quem não consideram favorável e a deixam, não dizem “ninguém poderia viver contigo”. Perdoam o barulho e a carne seca e fria e as ocorrências e a presença de estranhos em seus lares.
  2. Têm simpatia não só pelos mendigos e os gatos. Ficam também com o coração doído por aquilo que seus olhos não vêem. Levantam-se na noite para ajudar […], para pagar a universidade dos irmãos e comprar roupa para sua mãe. 
  3. Respeitam a propriedade de outros e, em conseqüência, honram todas as suas dívidas.
  4. São sinceras e temem à mentira como o fogo. Não mentem inclusive em pequenas coisas. Uma mentira é o mesmo que insultar quem está escutando e colocar em uma perspectiva mais baixa quem está falando. Não aparentam: comportam-se na rua como em sua casa e não presumem ante seus conhecidos mais humildes. Não tagarelam e não obrigam a confidência impertinente dos outros. Por respeito aos ouvidos de outros, calam mais frequentemente do que falam.
  5. Não se sentem menosprezados por despertar compaixão. Não desertam a pena dos demais para que ele gemam e façam algo (ou muito) por você. Não dizem “Sou um incompreendido” ou “Me tornei de segunda categoria” porque isso é perseguir um efeito barato, é vulgar, velhaco, falso…
  6. Não têm vaidade supérflua. Não se preocupam com esses falsos diamantes conhecidos como celebridades, que apertam a mão de bêbados ou são reconhecidos nas tabernas. Se ganham alguns centavos, não se pavoneiam como se estes valessem centenas de reais e não alardeiam que podem entrar onde outros não são admitidos. […] Os verdadeiramente talentosos sempre se mantêm nas sombras entre a multidão, tão longe quanto seja possível do reconhecimento. 
  7. Se têm um talento, respeitam-no. Sacrificam o descanso, as mulheres, o vinho, a vaidade. Sentem-se orgulhosos de seu talento. Ademais, são exigentes.
  8. Desenvolvem para si a intuição estética. Não podem ir dormir com a roupa do corpo, ver rachaduras das paredes cheias de insetos, respirar um ar ruim, caminhar no piso recém cuspido. Pretendem tanto quanto seja possível conter e enobrecer o instinto sexual. O que querem em uma mulher não é apenas uma colega de cama. Não pedem inteligência que se manifesta na mentira constante. Querem, especialmente se forem artistas, frescor, elegância, humanidade, capacidade de ser mãe. Não tomam vodca a qualquer hora do dia e noite, não cheiram os armários porque não são porcos e sabem que não o são. Bebem apenas quando estão livres, de vez em quando. Porque eles querem mens sana in corpore sano.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Aprenda como apreciar a arte contemporânea



fonte: canal do ensino

Gostar de arte é uma questão de opinião, certo? Será? Será que você sabe como apreciar uma obra de arte, principalmente em se tratando de arte contemporânea? Este artigo é para você parar para pensar e, até mesmo, aprender como apreciar a arte contemporânea.
Obras de arte contemporânea, mesmo sendo estas figurativas, podem parecer abstratas aos olhos da maioria dos observadores. Além disso, a arte moderna é frequentemente taxada de “desenho de criança” quando o espectador se depara, por exemplo, com uma série de rabiscos ou manchas coloridas.

Evolução da arte

A arte é uma grande incompreendida e o artista, na maior parte das vezes, é taxado de excêntrico ou gênio, sendo a sociedade no geral bastante complacente com suas atitudes, sem nunca levá-los realmente a sério fora de seu campo de trabalho.
É importante notar que o artista na Antiguidade e Idade Média, era valorizado por suas habilidades manuais – aí entendemos o motivo pelo qual no grego antigo, a palavra téchne (“técnica” ou “ofício”) era o mais próximo na língua para designar o temo “arte”. Porém, a ideia de gênio criador, veio somente com a Renascença e a Idade Moderna. A noção de “artista maldito” – aquele sofredor depressivo que através desse fundo de poço e seu dom genial cria grandes obras – se popularizou após Van Gogh que teve um fim trágico, além de cortar a própria orelha.

As obras de arte

A artista plástica e historiadora Aline Pascholati publicou um artigo no site Literatortura no qual ela fala como é o processo de apreciação da arte.
Segundo Aline, quando, por exemplo, pensamos nas mais “recentes” formas de arte, da arte conceitual (que como o nome diz, é o conceito antes de tudo) até as mais tecnológicas e inusitadas (vídeo arte, performance e instalação), a percepção do público leigo é ainda pior, a não ser que se trate de algo interativo, legal e bonitinho.
Aí entra algo fundamental para apreciação da arte: o conhecimento, aliado à observação e à reflexão. É claro que existem obras que devem apenas ser sentidas, ou artistas não muito sérios que jogam algo na tela com o único intuito de ganhar dinheiro, mas isso já é outra história, que não caracteriza necessariamente e exclusivamente a grande maioria dos casos.
É mais fácil admirar e apreciar uma arte bela ou que ostenta alta qualidade técnica, reproduzindo o mundo de maneira “perfeita”. Quando é preciso verdadeiramente refletir para entender uma obra e suas referências, é bastante difícil fazê-lo sem possuir as ferramentas intelectuais necessárias, além de que o ser humano, por natureza, tende a lei do mínimo esforço, com a ideia quase inconsciente de que “pensar dá preguiça”.


Como apreciar uma obra de arte

Aline Pascholati diz que um ponto de extrema importância é que nós não somos educados e treinados a refletir frente a uma obra de arte. E isso é uma característica do Brasil. Em diversos países da Europa, principalmente no caso da França, as crianças entram desde cedo em contato com a arte – até mesmo a contemporânea.
Aline conta que já presenciou diversas vezes no Museu do Louvre, em Paris, professores e alunos, com menos de dez anos de idade, frente àquelas imensas pinturas a óleo. E antes de “explicar” a obras, o mestre pedia que as crianças dissessem o que pensavam e o que sentiam enquanto observavam. E nesse meio ia explicando sobre a arte.
A artista ainda diz que sente falta aqui no Brasil de um treino da simples reflexão, através da qual podemos penetrar em pelo menos parte da obra. Sobretudo no mundo da arte contemporânea, essa reflexão é extremamente importante, pois, apesar de alguns artistas tratarem de temas facilmente reconhecíveis, como aqueles que fazem referência à cultura pop, muitos possuem temas únicos e maneiras exclusivas de representá-los, gerando assim, uma quantidade bem grande de informação a assimilar.
Segundo Aline, nos dias atuais está mais difícil definir a que estilo ou corrente artística este ou aquele artista pertence. Pelo menos em teoria, hoje o artista é completamente livre e a falta desses padrões dificulta uma leitura mais automática da obra.

Dicas para apreciar obras de arte

Aline Pascholati dá algumas dicas que podem ajudar:
  • Comece por mostras mais “fáceis”, digamos de algum artista renomado, seja um daqueles “das antigas”, um Da Vinci, por exemplo, ou um dos grandes da arte contemporânea.
  • No caso de uma visita a um museu bem grande, com centenas de obras, escolha somente algumas, as que lhe chamaram mais atenção ou aquelas que já ouviu falar. E então pare frente a esta, observe, sinta, interprete, aprecie. Tentar absorver um Louvre inteiro em uma só visita pode ser bastante desgastante.
  • Tudo bem que, quando você é um turista, quer absorver o máximo no pouco tempo que tem. Mas vá com calma, senão você sairá de lá com um turbilhão de imagens misturadas e dor de cabeça.
  • Escolha algumas peças de cada período e as “famosas” do museu em questão, se você fizer questão de vê-las. Esse exercício pode ser feito em qualquer tipo de museu.
  • Leituras de arte: leia sobre arte, seja livro, revista, entrevistas de artistas, e não só isso, mas também música, cinema – pois as artes se influenciam mutuamente e assim será mais fácil reconhecer referências diretas que as cruzem.
Pouco a pouco, esses quadros, esculturas e todo tipo de arte que, a princípio pareciam incompreensíveis, passará a ter talvez um pouco mais de sentido, na maioria dos casos.
Embarque nessa aventura e aprenda a apreciar arte contemporânea! É conhecimento e alimento para mente e alma.

Leia também... A história da arte...

Um ótimo 2016 para você...que seja um ano de muitas vitórias e realizações!
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