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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O dia em que mestre Shiva me abraçou



Cada um de nós tem sua própria trajetoria espiritual. Passamos por diversas fases em nossas vidas, e amadurecemos. Quando a vida nos desafia, é quando mais crescemos e evoluimos espiritualmente. Compartinho com vocês hoje uma bela estória que vivi no mundo metafísico e que hoje me deu novo fôlego para buscar a cada dia mais meu próprio caminho de luz.

Confesso a vocês que tive dificuldade de interpretar os sinais que me foram sendo contemplados de formas sutis pelos espiritos elevados, mas como todo bom aprendiz, me alcei no campo dos estudos para tentar entender o que me era dado. De inicio recebi sinais em formas de números que eram sempre os mesmos, 39 e 6. Para se ter uma ideia, meu r.g, meu número de cadastro trabalho, minha carteira de motorista, seção eleitoral, e outros documentos e contas minhas, sempre tem esses mesmos números. Coincidência? Poderia ser? no mesmo ponto em minha vida que eu começava a trilhar o caminho espiritual? 
Sim uma grande coincidência! assim eu pensava, até eu começar a entender melhor que Deus é um grande matemático e que desde o inicio dos tempos a vida se fez em processos matemáticos, e os números que me rodeavam, nada mais eram que um lembrete da minha iniciação no mundo extrafísico...



e deste ponto em diante não haveria retorno. Do momento que você entende que tudo no universo está interligado, fica mais fácil a evolução espiritual. Comecei a ficar mais antenado aos sinais que me vinham sendo creditados, e uma nova peça do quebra cabeça logo chegou. Como? em forma de arte; Lá estava eu deixando os mestres superiores me guiarem, e quando tive a ideia de fazer uma tatuagem foi quando certamente eles viram a oportunidade de me mostrarem a o significado dos tais números. Pois quando fiz os rabiscos no papel sobre o que viria a ser a minha primeira tatuagem ( foram varios desenhos), lá de maneira aleatória eu havia desenhado, o simbolo do Om, um dragão, um tridente, uma pirâmide e alguns outros traços um tanto abstratos, mas o importante era que tudo aquilo tinha saído do meu subquonciente, e até então eu não sabia que a junção daqueles simbolos significava. Dormi. No dia seguinte, também de maneira natural, abri meus emails e fiquei curioso com um video na minha timeline no youtube, e o video era esse...



e veja bem nesse ponto em minha vida eu já tenho um grau de sabedoria adquirida em muitos campos, viajei, amei, curti, sonhei, descobri, me decepcionei, lutei perdi, ganhei e ainda assim estava em um momento de certa inquietude de não conseguir interpretar o meu propósito em terra, sobre relacionamentos, trabalho, família, e tudo mais, mas quando se está buscando a iluminação ela nunca vêm de maneira que você tem total controle, e no meu caso, achei nesse video mais uma peça do quebra cabeça. A revelação que tive no video era que os simbolos da tatuagem que pretendo fazer é nada mais nada menos que a representação de Lorde Shiva e que existe sim seres que nós regem e protegem enquanto estamos aqui evoluindo como seres humanos e que tudo que aprendemos não é nada perante a complexidade do cosmo infinito que nos governa. 



Shiva, meu mentor, aquele que vinha conversando comigo pelo meu subquonciente a muito tempo, ele me libertou e me tomou em seus braços. Ahh e os tais números representam a minha libertação da matéria, eles são os números que de certa forma representam a 4 dimensão. e olha que curioso, o tal 39 é o que mais se asemelha ao simbolo do om. 
coincidência? Eu não teria tanta certeza.

Devo dizer também que nesse processo Shiva veio se apresentar para mim de varias formas físicas, mas como foram experiências muito pessoais prefiro guardar para uma próxima vez.

Namastê, Lucas


aqui um texto do amigo Wagner Borges sobre o doador da consciência cósmica...

Foi nas ondas de luz de Maha-Deva que eu me reerqui...
Os seus emissários espirituais me disseram:
"Chega de sofrer e charfurdar na lama do seu ego!
O senhor Shiva quer vê-lo, pois é hora de voltar para a Casa das Estrelas."
Então eu sai de mim mesmo... E espanei para longe as cinzas do meu orgulho.
Por minha arrogância, fui zumbi por muito tempo, dentro de mim mesmo.
Até o momento em que Ele pousou o seu olhar diretamente mem meus olhos.
Ele viu tudo dentro de mim... Todas as coisas horrendas que eu acalentei.
Envergonhado, chorei. Ele me cobriu de estrelas e me tratou com ternura.
Diante do Divino Transformador, as peles do meu ego descamaram...
Em nenhum momento ele me julgou. Ele me fez ver a verdade, mas com respeito
Ele não queis saber se eu era devoto de nada e nem se eu acreditava nele.
Ele encheu os meus chacras de luz curativa e me fez voar espiritualmente...
Ele me valorizou, me deu novas chances de aprendizado e me amou.
Ele dançou sobre as cinzas dos meus despojos emocionais e me fez ver estrelas.
Ele fez o meu coração virar sol! E me fez escutar a música das esferas.
Quando eu vi o tempo que tinha desperdiçado antes, chorei muito.
Perdi muita energia com querelas e coisas que não valiam a pena.
Mas, Ele me disse:"O seu passado foi cremado na fogueira do discernimento.
Agora você sabe o que fazer...Entre no seu coração e ache seu caminho real.
Jamais permita que a arrogância novamente tolde o seu raciocínio.
Incinere o seu antigo eu no fogo real da sabedoria e vença a si mesmo.
De agora em diante, luz na jornada, com trabalho digo e alegria verdadeira.
Vá, meu filho, e não se detenha mais até alcançar a meta, na consciência cósmica.
Estudo correto. Trabalho enobrecedor. AMOR. E força na senda espiritual...
Realize tudo em si mesmo. Sempre faça o bem sem olhar a quem!"
Foi assim que eu sai da lama de mim mesmo. E voltei a viver com dignidade.
Foi no amor dele que eu voltei a viver. Hoje eu declaro isso com gratidão.
E quando me lembro do olhar dele, eu só vejo estrelas a minha frente...
Ele, o Senhor Shiva, o Divino Transmutador, que me amou como um filho...
COm gratidão, hoje eu canto, "Om Namah Shivaya"
As cinzas do meu eu antigo foram varridas pelas ondas dele. Só ficou a luz.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Como um norueguês frustrou as ambições nucleares de Hitler



 
Joachim Ronneberg em sua casa. Norueguês é o único integrante ainda vivo da equipe que destruiu a fonte de água pesada dos nazistas
 
HISTÓRIA

Para um homem que salvou o mundo, ou pelo menos ajudou a garantir que Adolf Hitler nunca pusesse as mãos em uma bomba nuclear, Joachim Ronneberg, de 96 anos, tem uma visão surpreendentemente modesta das forças que moldaram o curso da história.
“Teve muita coisa que foi sorte, acaso mesmo. Não tínhamos plano nenhum. Só torcemos, esperando que acontecesse o melhor”, conta o herói de guerra mais condecorado da Noruega sobre a missão de sabotagem que explodiu uma usina norueguesa, em 1943, essencial para o programa nuclear da Alemanha nazista.

Líder e único membro ainda vivo do comando que destruiu a única fonte de água pesada – fluido raro necessário para a produção de armas nucleares – dos nazistas, Ronneberg viu suas façanhas registradas em uma superprodução, em 1965, “Os Heróis de Telemark”, estrelada por Kirk Douglas, além de ter recebido inúmeras condecorações e ser homenageado, ainda que tardiamente, com uma estátua e espaço em um museu em sua cidade natal, na costa oeste da Noruega.
M.R.D. Foot, historiador oficial do serviço britânico de sabotagem e inteligência, a Executiva de Operações Especiais, que organizou a missão de Ronneberg, descreveu o ataque à usina da Norsk Hydro como um “golpe que mudou o rumo da guerra e merecia a gratidão eterna da humanidade”.
Só anos depois é que Ronneberg veio a entender o verdadeiro objetivo e importância do trabalho. Segundo ele, tudo o que os britânicos lhe disseram antes de deixá-lo no topo de uma montanha coberta de neve foi que uma série de tubulações da usina Vemork tinha que ser destruída.
“Só falaram que era importante que os tubos fossem bombardeados”, explica, relembrando as aventuras de guerra na sala de estar de sua casa, impecável, cheia de fotos da família, incluindo um retrato grande da mulher, falecida no ano passado. Os únicos sinais de seu passado são alguns livros e revistas, no estúdio ao lado, dedicados à história da guerra.

E completa dizendo que, na época, não entendia nada de física nuclear, água pesada ou a corrida para fabricação da bomba; só sabia que a Grã-Bretanha tinha perdido quase 40 homens em uma tentativa desastrada, em 1942, de sabotar a usina da Norsk Hydro, mas não tinha a mínima ideia do motivo de tanto empenho para desativar uma instalação remota nas montanhas cujo único produto, pelo que sabia, era fertilizante.
“A primeira vez que ouvi falar de bomba atômica e água pesada foi depois do que os norte-americanos fizeram em Hiroshima e Nagasaki, em 1945. Aí começamos a entender o porquê da nossa missão – e que, se ela tivesse falhado, Londres poderia ter tido o mesmo fim que as cidades japonesas. Essa percepção tardia do risco que corremos me deu uma satisfação tremenda”, confessa.

Planos adiados

Há tempos os historiadores discutem até que ponto Hitler chegou perto de desenvolver armas nucleares. Um alemão alegou, em um livro controverso de 2005, que os nazistas chegaram a conduzir vários testes nucleares em 1944-45, mas a visão aceita mais amplamente é a de que o programa de Hitler, que teve início muito antes do Projeto Manhattan, falhou miseravelmente por causa da ciência inferior e dos sabotadores excepcionais que agiram contra ele.
De fato, foi afetado pela fuga e assassinato de cientistas judeus, mas sofreu mais danos por causa da decisão do físico Werner Heisenberg de usar água pesada, ou óxido de deutério, em vez de grafite como moderador na produção de urânio enriquecido – pois o material não só é menos eficaz, como muito mais difícil de obter em quantidades suficientemente grandes, forçando os nazistas a se tornarem dependentes do fornecimento constante da norueguesa Norsk Hydro.
De qualquer forma, o ataque de Ronneberg apenas retardou o sonho da bomba, em vez de destrui-lo de vez. Os nazistas não perderam tempo em reconstruir as instalações de Vemork, acarretando uma série de bombardeios por parte da Força Aérea norte-americana – que, por sinal, irritou até os noruegueses, anti-nazistas, dado o grande número de vítimas civis que fez.
Os alemães então tentaram levar todo o restante do suplemento de água pesada na Noruega de volta para seu país, mas a iniciativa falhou quando os sabotadores noruegueses, liderados por um dos membros da equipe de Ronneberg, Knut Haukelid, explodiu a balsa que continha a carga preciosa.

História esquecida 


 
Estátua de Ronnenberg foi erguida em frente à Prefeitura de Alesund
Embora há muito reconhecidas pelos estrangeiros, especialmente os cineastas britânicos, as ações de Ronneberg e os outros nove noruegueses envolvidos no projeto de destruição do projeto nuclear nazista só se tornaram amplamente conhecidas na Noruega este ano, quando a NRK, canal de TV estatal, exibiu “The Heavy Water War”, uma série em seis capítulos que virou sensação nacional.
A estátua de Ronneberg foi só erguida na frente da Prefeitura de Alesund no ano passado, para marcar seu 95º aniversário.
Gravada na base está a mensagem: “A paz e a liberdade não podem ser dadas como certas” que, segundo Ronneberg, há muito tempo é ignorada por muitos na Noruega, onde as lembranças dolorosas da colaboração com os nazistas do líder Vidkun Quisling e seu regime fascista acabaram com qualquer entusiasmo de se ir muito a fundo no passado.
Ele considera “incrível” o fato de que os executivos da Norsk Hydro, muitos dos quais trabalharam diretamente com os nazistas, nunca terem sido julgados por traição. A questão ainda é tão delicada para a empresa que sobreviveu à guerra para se tornar um pilar da economia norueguesa que a minissérie alterou os nomes dos diretores que colaboraram com Hitler.
Jornalista e administrador do canal de TV durante a maior parte de sua carreira pós-guerra, Ronneberg durante décadas evitou falar publicamente sobre a missão de 1943, mas, com medo de que os mais jovens desconhecessem o conflito, começou a se abrir, nos anos 1970, e desde então dá palestras em escolas com frequência.
“Fala-se muito em ‘que nunca aconteça de novo’, mas fica difícil se não lembrarmos o que ocorreu naquela época”, diz Ronneberg, que tem três filhos, mas nenhum seguiu a carreira militar. E acrescenta: “Recordar o que houve vai ficar cada vez mais difícil, por causa da morte do pessoal. O desafio mais difícil daqui para frente vai ser interessar as pessoas em história quando praticamente as testemunhas já morreram todas.”
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