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sexta-feira, 31 de março de 2017

Johnny Cash um dos homens mais autênticos de todos os tempos




John Ray Cash, mais conhecido como Johnny Cash, (Kingsland, 26 de fevereiro de 1932 — Nashville, 12 de setembro de 2003) foi um cantor e compositor norte-americano de música country, conhecido por seus fãs como "O Homem de Preto". Em uma carreira que durou quase cinco décadas ele foi para muitas pessoas a personificação do country. Sua voz sepulcral e o distintivo som "boom chicka boom" de sua banda de apoio "Tennessee Two" são algumas de suas "marcas registradas".  História.

Juventude.

Cash nasceu no estado do Arkansas, filho de um fazendeiro pobre. Sua família mudou-se pouco depois para uma fazenda em Dyess, no mesmo estado. O pai de Cash era alcóolatra e abusava física e emocionalmente de seus filhos. Com cinco anos de idade, Cash começou a trabalhar em um campo de algodão, cantando com sua família enquanto cultivavam. Ele era muito próximo a Jack, seu irmão mais velho, e um acidente ocorrido em 1944 o afetaria pelo resto de sua vida. Jack foi puxado por uma serra de madeira no moinho em que trabalhava, sendo quase partido ao meio. Jack ainda sofreria uma semana antes de morrer. Cash sempre falou da enorme culpa que sentia pelo incidente porque tinha saído para pescar nesse dia. Em seu leito de morte, o jovem teve visões do céu e de anjos, e quase sessenta anos depois do acontecido Cash ainda falava esperar encontrar Jack no paraíso. Suas memórias de infância eram dominadas pela música gospel. Cash começou a tocar violão e a compor ainda jovem. Ele passou a ser chamado de "John" depois de entrar para a Força Aérea Americana (que recusava iniciais como nome). Antes disso ele era conhecido como Johnny ou John R. Enquanto servia na Alemanha, Cash compôs uma de suas músicas mais famosas, "Folsom Prison Blues". 
Princípio de Carreira.

Depois de ser dispensado Cash casou-se com Vivian Liberto em 1954 com quem teria 4 filhas, mudou para Memphis, Tennessee, onde vendia ferramentas e estudava para ser locutor de rádio. Durante a noite, Cash tocava com o guitarrista Luther Perkins e o baixista Marshall Grant, enquanto criava coragem para visitar os estúdios da Sun Records para tentar conseguir um contrato. Um produtor da Sun, Cowboy Jack Clement, foi quem tratou com o jovem cantor da primeira vez, e sugeriu que Cash voltasse e conversasse com Sam Phillips. Depois de fazer um teste, cantando na maioria músicas gospel, Phillips disse à Cash para "voltar para casa e pecar, e depois voltar com uma música que eu possa vender". Cash conseqüentemente convenceria Clement e Phillips com suas canções frenéticas, e as gravações de "Hey Porter" e "Cry Cry Cry" (lançadas em 1955) tornar-se-iam um destaque nas paradas de sucesso Rock.No início da década seguinte ele se divorcia de Vivian Liberto. 

A gravação seguinte de Cash, "Folsom Prison Blues", entrou para o Top 5 do country e "I Walk the Line" conseguiu a primeira colocação na mesma parada de sucesso. Em 1957 Johnny Cash tornou-se o primeiro artista da Sun Records a lançar um álbum completo. Embora fosse o cantor mais prolífico e mais lucrativo da gravadora na época, Cash começou a se sentir limitado por seu contrato. Elvis Presley já havia deixado o selo, e Phillips estava focando sua atenção em promover Jerry Lee Lewis. No ano seguinte, Cash saiu da Sun e acertou com a Columbia Records depois de uma lucrativa proposta. Ali, seu compacto "Don't Take Your Guns to Town" tornar-se-ia um de seus maiores sucessos.  

Vício.

Quando sua carreira começou a decolar no começo dos anos 60, Cash viciou-se em anfetaminas e barbitúricos. Seus amigos brincavam sobre seu "nervosismo" e comportamento estranho, ignorando os claros sinais de seu vício. Por um breve período, Cash dividiu um apartamento em Nashville com Waylon Jennings, também dependente de anfetaminas. Embora praticamente fora de controle, a criatividade frenética de Cash ainda conseguia criar hits. Sua "Ring of Fire" foi um tremendo sucesso, alcançando o primeiro lugar nas paradas country e entrando no Top 20 de canções pop. Co-escrita por June Carter e Merle Kilgore e originalmente cantada pela irmã de Carter, a música teve seu arranjo de trompete composto por Cash, que disse tê-lo ouvido durante um sonho.

Embora Cash cultivasse cuidadosamente sua imagem romântica de fora-da-lei, muitos fãs ainda se surpreendem ao saber que ele nunca cumpriu pena na prisão, apesar de sua selvageria e mau comportamento terem rendido a ele algumas noites na cadeia. O problema mais sério de Cash com a lei foi em 1965 quando um esquadrão antinarcóticos em El Paso, Texas, o pegou em flagrante. Os oficiais pensavam que Cash trazia heroína do México, mas na verdade eram apenas anfetaminas, escondidas na caixa de seu violão. Cash também foi preso no ano seguinte em Starkville, Mississippi, ao invadir propriedade privada para apanhar flores. O mais notável foi que Cash voluntariamente ia a diversas prisões para tocar para os presos, pelos quais ele sentia imensa compaixão.

Durante os anos 60 Cash lançou vários álbuns conceituais, como Bitter Tears, de 64 e Ballads Of The True West, de 65. Entretanto o vício continuava, e seu comportamento destrutivo provocou o divórcio, além de causar várias confusões durante seus shows. 

Cristianismo.

Os problemas pessoais e os desastres seguiram Cash em sua nova casa em Old Hickory Lake, Handersonville, Tennessee. A casa de seu vizinho e grande amigo, Roy Orbison, desabou, com a morte de dois dos seus três filhos caçulas. Cash foi profundamente afetado por esses incidentes, e decidiu começar a longa e difícil jornada rumo à reabilitação. Ele se trancou em casa para tentar se desintoxicar, contando com o apoio irrestrito dos amigos e da que se tornaria sua esposa nos próximos anos, June Carter. A balada romântica "Flesh and Blood" foi uma das primeiras de inúmeras músicas que Cash dedicaria à sua amada. 
Com a ajuda da esposa e influenciado por uma conversão religiosa alcançada depois de uma tentativa fracassada de suicídio, Cash começou a batalha contra o vício. Nos dois anos seguintes ele gravaria e lançaria seus dois álbuns ao vivo mais bem-sucedidos, Johnny Cash at Folsom Prison, de 1968 e Johnny Cash at San Quentin, de 1969, mesmo ano do nascimento de seu primeiro e único filho homem, John Carter Cash.
 

O Homem de Preto.

De 1969 a 1971 Cash estrelou seu próprio programa televisivo pela rede ABC, que contava com a participação de vários astros da música, como Neil Young e Bob Dylan. Cash apoiava o trabalho de Dylan antes mesmo de conhecê-lo, e os dois tornaram-se amigos depois de morarem na mesma vizinhança de Woodstock, em Nova Iorque, no final dos anos 60. Em complemento às aparições de Dylan em seu programa, Cash gravou um dueto com ele em Nashville Skyline, além de escrever o encarte do álbum vencedor do Grammy.
Outro artista que recebeu grande apoio do The Johnny Carson Show foi o compositor Kris Kristofferson. Durante uma apresentação ao vivo da "Sunday Morning Coming Down" de Kristofferson, Cash provocou polêmica ao se recusar a mudar um dos versos para satisfazer os executivos da emissora, preservando intacta a canção com suas referências controversas à maconha: "On the Sunday morning sidewalks / Wishin', Lord, that I was stoned" ("Nas calçadas das manhãs de domingo / Pedindo, por Deus, que eu esteja chapado").
Imensamente popular e uma figura imponentemente alta, no começo dos anos 70 ele havia conseguido cristalizar sua imagem pública. Cash se apresentava na maioria das vezes vestido de preto, calçando uma bota igualmente preta de cano longo, o que o levou a ser apelidado de "O Homem de Preto". Esta vestimenta era um total contraste às usadas pela maioria dos astros country da época - chapéus, roupas claras e botas de caubói. Em 1971 Cash compôs a música "Man In Black" para tentar explicar um pouco seu estilo: "I wear the black for the poor and the beaten down, / Livin' in the hopeless, hungry side of town, / I wear it for the prisoner who has long paid for his crime, / But is there because he's a victim of the times" ("Eu me visto de preto pelos pobres e oprimidos/ Que vivem no lado faminto e sem esperanças da cidade / Eu me visto assim pelo prisioneiro que há muito pagou por seu crime / Mas está ali pois é uma vítima dos tempos"). 
 

Em meados dos anos 70 a popularidade e as canções de sucesso de Cash começaram a diminuir, mas ainda assim sua autobiografia, intitulada Man in Black (de 1975), vendeu 1,3 milhão de cópias. Sua amizade com Billy Graham levou à produção de um filme sobre a vida de Jesus chamado The Gospel Road, que Cash co-escreveu e narrou. Ele continuou a aparecer na televisão, estrelando um especial de Natal na CBS durante os anos 70. 
Andarilho.

Cash em Bremen, 1972.

Após o nascimento de seu único filho homem, John Carter Cash (1969), estrelou seu próprio programa musical televisivo pela rede ABC (1969-1971).
Em 1980, aos 48 anos de idade, Cash tornou-se o mais jovem indicado ao "Hall da Fama da Música Country". Apesar disso, durante os anos 80 suas gravações não conseguiram provocar um impacto signficativo nas paradas musicais; ainda assim, ele continuava suas turnês bem-sucedidas. Durante esta década ele gravou e viajou com Waylon Jennings, Willie Nelson e Kris Kristofferson no grupo The Highwaymen.
Foi também durante essa época que Johnny Cash começou a participar, como ator, de uma série de filmes televisivos. Em 1981, ele estrelou The Pride Of Jesse Hallam e em 1983 no papel de um heróico xerife em Murder In Coweta County (filme baseado em um caso real de assassinato que Cash tentou por vários anos levar às telas).
Cash recaiu no vício no começo dos anos 80 depois de um ferimento no estômago, que o fez começar a abusar de drogas para aliviar as dores. Durante sua recuperação em 1986, ele se tornou amigo de Ozzy Osbourne, um dos cantores favoritos de seus treze filhos. Durante outra visita ao hospital - desta vez por causa de Waylon Jennings, que recuperava-se de um infarto - Cash decidiu, por sugestão de Jennings, fazer um check-up. Os médicos indicam uma cirurgia cardíaca preventiva. Durante sua recuperação Cash se recusou a tomar qualquer tipo de remédio, temendo viciar-se novamente. Ele recordaria mais tarde que durante a operação ele passou por uma experiência "próxima da morte". Cash disse que teve visões celestes tão belas que ficou com raiva quando acordou e percebeu que estava vivo.
Quando seu relacionamento com as gravadoras e com a indústria musical de Nashville começou a azedar, Cash chegou a entrar no terreno da auto-paródia (como no álbum Chicken In Black). Depois que seu contrato com a Columbia Records terminou, ele passou um breve e mal-sucedido período na Mercury Records. 
Em 1986 Cash publicou seu único romance, Man in White, um livro sobre Saulo e sua conversão ao tornar-se o apóstolo Paulo. 
American Recordings.

Sua carreira ganhou novo fôlego nos anos 90. Embora indesejado pelas grandes gravadoras, Cash se aproximou do produtor Rick Rubin e ganhou um contrato com seu selo, American Recordings, mais conhecido por seus lançamentos de rap e hard rock. Sob a supervisão de Rubin, ele gravou em 1994 o álbum American Recordings em sua sala, acompanhado apenas do violão. O álbum foi aclamado pela crítica, enquanto as versões de Cash para sucessos de artistas modernos como Tom Waits e a banda de heavy metal Danzig ajudaram-no a conquistar um novo público. Foi o começo de uma década de recordes de vendas e grande sucesso comercial. Além disso, Cash e sua esposa apareceriam em diversos episódios do popular seriado de televisão Doctor Quinn Medicine Woman. 
Para seu segundo álbum com Rubin, Unchained de 1996, Cash convocou o acompanhamento da banda de Tom Petty: o "The Heartbreakers". Em complemento às diversas composições de Cash, Unchained apresentava canções do Soundgarden ("Rusty Cage") e Beck ("Rowboat"), assim como a participação especial do baixista Flea, do Red Hot Chili Peppers. Embora tenha sido virtualmente ignorado pelas rádios de country e pelo meio musical de Nashville, Unchained ganhou um Grammy como o "Melhor Álbum Country".
Cash e Rubin compraram um anúncio de página inteira na revista Billboard aonde sarcasticamente agradeciam à indústria da música country por seu apoio irrestrito, acompanhado de uma fotografia de Cash mostrando seu dedo médio. 
 
Doença e Morte.

Em 1997 Cash foi diagnosticado com Síndrome de Shy-Drager, uma doença neuro-degenerativa - diagnóstico que mais tarde seria alterado para problemas no sistema nervoso associados à diabetes. Seu estado de saúde o forçou a encurtar uma turnê; ele foi hospitalizado em 1998 com grave pneumonia, que prejudicou seus pulmões. O álbum American III: Solitary Man, lançado em 2000, apresentava sua resposta à doença, representada por uma versão de "I Won't Back Down" de Tom Petty assim como uma releitura poderosa de "One", do U2.
Cash lançou American IV: The Man Comes Around em 2002, que consistia metade de material original e metade de covers, algumas bem surpreendentes. O videoclipe de "Hurt", canção composta por Trent Reznor do Nine Inch Nails, foi indicada em sete categorias do Video Music Awards da MTV, ganhando o prêmio de "Melhor Fotografia". Em 2004 "Hurt" também venceu o Grammy de "Melhor Videoclipe".

 
A esposa de Johnny, June Carter, faleceu de complicações decorrentes de uma cirurgia do coração em 15 de maio de 2003, aos 73 anos de idade.
Menos de quatro meses depois Johnny Cash morreu devido ao diabetes aos 71 anos de idade enquanto estava hospitalizado no Baptist Hospital em Nashville, Tennessee. Ele foi enterrado ao lado de sua esposa no Hendersonville Memory Gardens, perto de sua terra natal, Hendersonville, Tennessee. 
Legado.

Desde seus primórdios como um pioneiro do rockabilly e rock and roll nos anos 50 à sua transformação em um representante internacional da música country e até sua reconquista da fama nos anos 90 tanto como uma lenda viva como ícone do country alternativo, Cash influenciou incontáveis músicos e deixou um trabalho igualado apenas pelos maiores artistas de sua época.

Cash promovia e defendia os artistas que beiravam os limites do que era aceitável na música country, mesmo enquanto era o símbolo mais conhecido do estilo. Em um concerto em 2002 vários astros prestaram-no tributo, incluindo Bob Dylan, Chris Isaak, Wyclef Jean, Norah Jones, Willie Nelson e U2. Dois discos-tributo foram lançados pouco depois de sua morte: Kindred Spirits, com trabalhos de artistas famosos, e Dressed In Black, com versões de músicos menos conhecidos.

Embora ele tenha composto mais de uma centena de músicas e lançado dúzias de álbuns, o trabalho criativo de Cash não conseguiu ser silenciado por sua morte. Um box set, intitulado Unearthed, foi lançado postumamente. Incluía quatro CDs de matérial inédito gravado com Rubin, assim como um CD retrospectivo, nestes cds constam versões de músicas de Bob Marley, Cat Stevens, Simon and Garfunkel, sendo que um dos quatro cds de músicas inéditas trata-se de um álbum gospel, onde interpreta canções religiosas que sua mãe cantava para ele quando criança, conta ainda com Best of Cash on American. Johnny Cash American V: A Hundred Highways, com mais material das sessões com Rubin, foi lançado em 4 de Julho de 2006, trazendo canções do próprio Cash e mais covers de Bruce Springsteen e Hank Williams e chegou ao topo da parada da Billboard - o primeiro álbum de Cash a alcançar este posto desde "Johnny Cash at San Quentin" de 1969. Em 23 de Fevereiro de 2010 (três dias antes da data em que Cash faria 78 anos) saiu "American VI: Ain't No Grave", anunciado como contendo de fato as últimas gravações de Johnny Cash, que incluiam covers de Sheryl Crow e Claude Ely e músicas antes gravadas por Elvis Presley e Hank Snow.

Em 2005 foi lançado o filme Walk the Line (no Brasil Johnny & June) com Joaquin Phoenix no papel de Cash e Reese Witherspoon como June Carter, dirigido por James Mangold, uma biografia filmada. Filme que recebeu o Oscar de melhor atriz para Witherspoon e uma indicação de melhor ator para Joaquin Phoenix.


Em 2006, o quadrinhista alemão Reinhard Kleist lançou "Cash - I see a darkness", biografia em quadrinhos de Johnny Cash, abrangendo as décadas de 1950 e 1960, mostrando o início da carreira do cantor. O livro recebeu diversos prêmios, dentre os quais o de Melhor Graphic Novel alemã de 2008. Em outubro de 2009, o livro ganha sua edição em português, no Brasil, pela editora portoalegrense 8INVERSO. A Música 'Til Kingdom Come do álbum X&Y do Coldplay, lançado em 2005, foi escrita especialmente para que ele interpretasse. Contudo, ele morreu antes de ter a chance de entrar no estúdio.

Oito anos após sua morte, seu videoclipe "Hurt", uma reinterpretação do sucesso do Nine Inch Nails, foi considerado pela New Musical Express (NME), uma das mais tradicionais e importantes revistas de músicas do mundo, como o melhor videoclipe de todos os tempos.
 
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Especial - A mentalidade do dragão parte 2




Bruce foi dedicado a cultura física e treinou dedicadamente. Além de praticar sparring com seus alunos, ele acreditou em treinamentos aeróbios estrênuos e treinamento de peso. Seu abdominal e treinamentos de antebraço eram particularmente intensos. Raramente havia um tempo quando Bruce não estava fazendo nada—na realidade, ele foi visto freqüentemente lendo um livro, enquanto fazendo exercícios de antebraço e assistindo um filme de boxe ao mesmo tempo. Ele também prestou atenção rígida ao seu consumo de comida e tomava vitaminas e ervas chinesas às vezes. Foi de fato seu zelo que conduziu a um dano que foi se tornar uma fonte crônica de dor pro resto de sua vida. Em um dia em 1970, sem se aquecer, algo que ele sempre fez, Bruce apanhou umas 125-libras barbell e fez um “bom dia” de exercício. Isso consiste em descansar o barbell nos ombros da pessoa e se agachar diretamente à cintura. Muita dor e muitos testes buscou determinado de que ele havia sustentado um dano ao quarto nervo sacro. Ordenaram que ele completasse resto de cama e contou que indubitavelmente ele nunca faria Kung-fu novamente. Durante os próximos seis meses, Bruce ficou na cama. Foi extremamente frustrante, deprimido, doloroso, e um tempo para redefinir metas. Também foi durante este tempo que ele fez muito a escritura que foi preservada. Depois de vários meses, Bruce instituiu seu próprio programa de recuperação e começou a caminhar, cuidadosamente no princípio, e gradualmente construiu sua força. Ele foi determinado que faria seu amado Kung-fu novamente. Como pode ser visto em seus filmes seguintes, ele recuperou totalmente seu corpo, mas ele constantemente teve que levar medidas como icing, massagem e restou levar ao cuidado de suas costas.

Bruce sempre esteve imaginando idéias de história. Um dos projetos no qual ele esteve trabalhando foi a idéia de um seriado iniciado no Velho Oeste, enquanto caracterizando um monge oriental que vagava a zona rural resolvendo problemas. Ele lançou a idéia pra Warner Bros. e foi recebida entusiasticamente. Os produtores falaram detalhadamente com Bruce sobre o seriado proposto com a intenção que Bruce faria o papel do homem sábio oriental. No fim, o papel não foi oferecido a Bruce; ao invés disso foi para David Carradine. O seriado foi “Kung Fu.” O estúdio reivindicou que um homem chinês não era um astro ideal naquele momento. Imensamente desapontado, Bruce buscou outros modos para demolir as portas do estúdio.

Junto com dois de seus alunos, Stirling Silliphant, o escritor afamado, e ator, James Coburn, Bruce colaborou em um manuscrito para o qual ele escreveu o enredo original. Os três se encontraram para refinar o manuscrito semanalmente. Seria chamado “A Flauta Silenciosa.” Novamente, a Warner Bros. estava interessada e enviou os três pra Índia para procurar locais. Infelizmente os locais certos não puderam ser achados, o estúdio se retirou, e o projeto foi posto no back burner. Contrariado novamente em seu esforço para fazer um avanço da sua carreira de ator, Bruce inventou uma nova aproximação à sua meta.

Em 1970, quando Bruce estava voltando sua força do dano em suas costas, ele fez uma viagem para Hong Kong com o filho Brandon, 5 anos de idade. Ele ficou surpreso quando foi cumprimentado como “Kato,” o garoto local que havia estado na TV americana.

Lhe pediram que se aparecesse em programas de entrevistas na TV. Ele não estava atento que os produtores de filme de Hong Kong estavam vendo ele com interesse. Em 1971, sobre o tempo que “A Flauta Silenciosa” não se materializou, o produtor de Hong Kong Raymond Chow contatou Bruce com interesse em fazer dois filmes pra Golden Harvest. Bruce decidiu fazer, enquanto argumentando que se ele não pudesse entrar na porta da frente dos estúdios americanos, ele iria para Hong Kong, se estabeleceria lá e retornaria pela porta lateral.

No verão de 1971, Bruce deixou Los Angeles para voar pra Hong Kong, então foi pra Tailândia para a gravação de “O Dragão Chinês.” Entre Hong Kong e Tailândia, o produtor Run Run Shaw tentou interceder e galantear Bruce longe da Golden Harvest. Mas Bruce tinha assinado uma transação assim ele ficou com Raymond Chow. A família de Bruce não o acompanhou nessa viagem porque a aldeia onde o filme foi feito não era satisfatória para crianças pequenas. Também já era sentido que se este filme não fizesse sucesso, Bruce poderia estar de volta em L.A. mais cedo do que o esperado. Embora as condições de funcionamento fossem difíceis, e a qualidade de produção inferior ao que Bruce estava acostumado, “O Dragão Chinês” foi um enorme sucesso. O primeiro aconteceu à meia-noite, como era costume de Hong Kong. O público chinês foi infame para expressar suas emoções durante o filme—ambos positivos e negativos.

O elenco inteiro e time de produção estavam muito nervosos, ninguém mais assim que Bruce. Ao término da exibição, o público inteiro estava calado no momento, então estouraram em alegrias e saudaram seu novo herói que estava vendo da parte de trás do teatro.

Em setembro de 1971, com set de filmagem para começar o segundo dos filmes contratuais, Bruce trouxe sua família para Hong Kong e preparou pra vender sua casa em Los Angeles. “A Fúria do Dragão,” foi um sucesso até maior que o primeiro filme batendo os recordes de bilheteria de todos os tempos. Agora aquele Bruce havia completado seu contrato com a Golden Harvest, e havia se tornado um artigo ideal, ele poderia começar a ter mais contribuição na qualidade de seus filmes. Para o terceiro filme, ele formou uma sociedade com Raymond Chow, chamada Concord Productions. Bruce não só escreveu “O Vôo do Dragão,” mas ele dirigiu e produziu como bem. Mais uma vez, o filme bateu recordes e agora, Hollywood estava atenta.

No outono de 1972, Bruce começou a filmar “O Jogo da Morte,” uma história que ele pressentiu mais uma vez. A filmagem foi suspensa pela culminação de uma transação com a Warner Bros. pra já fazer a primeira co-produção Hong Kong-American.

A transação foi facilitada principalmente pela relação pessoal de Bruce com o presidente da Warner Bros., Ted Ashley e pelos sucessos de Bruce em Hong Kong. Foi um momento excitante e um momento decisivo na indústria cinematográfica de Hong Kong. “O Jogo da Morte” foi posto na espera para dar lugar à filmagem de “Operação Dragão.”

Filmando “Operação Dragão” não foi um empreendimento fácil. O elenco americano, a tripulação e suas contra partes chinesas sofreram problemas de linguagem e dificuldades de produção. Também foi um tempo estressante para Bruce como ele quis que o filme fosse especialmente bom e bem aceito pelo público ocidental.

“Operação Dragão” foi devido ao primeiro no teatro chinês de Hollywood em agosto de 1973. Infelizmente, Bruce não viveu para ver a abertura de seu filme, e nem teve a experiência do sucesso acumulado de mais de trinta anos de todos seus filmes populares.

 No dia 20 de julho de 1973, Bruce teve uma dor de cabeça secundária. Foi oferecido a ele um analgésico de prescrição chamado Equagesic. Depois de tomar a pílula, ele foi se deitar e entrou em um coma. Ele não pôde ser reavivado. Patologia forense extensa foi feita para determinar a causa de sua morte que não foi imediatamente aparente. Num dia nove o inquérito de juiz investigador de morte suspeita foi estado de acordo com testemunha dada por patologistas renomados voados ao redor do mundo. A determinação foi que o Bruce teve uma reação hipersensível a um ingrediente no medicamento de dor que causou uma inchação do fluido no cérebro, enquanto resultando em um coma e morte.

O mundo perdeu uma estrela brilhante e um ser humano evoluído naquele dia. Seu espírito permanece em inspiração a números incontáveis de pessoas ao redor do mundo.

Treinamento  

Bruce Lee, sem dúvida alguma foi um dos homens mais letais que o mundo conheceu, conseguiu alcançar um desenvolvimento e uma perfeição física realmente invejáveis. Mas a pergunta que todos gostariam de ver respondida é: “Como chegou a isso ?”

 Para se falar do treinamento de Bruce um livro não bastaria ! Todavia procurei explanar sobre o assunto numa visão simplificada.
  • “Força em si não é conhecimento e conhecimento não é treinamento, mas combine conhecimento com treinamento e você obterá força.”
De todas as suas muitas propriedades, a que Bruce mais valorizou foi seu próprio corpo. E o fez numa extensão que a muitos parecia excêntrica, até fanática, visando sempre manter seu físico em perfeita forma. Seu ginásio era um templo para o desenvolvimento da aptidão e do ajustamento físicos, sendo equipado com toda a espécie de aparatos e tendo várias paredes revestidas de espelhos para que ele pudesse observar melhor seus próprios exercícios e movimentos.

Para manter-se em perfeita saúde, Bruce tomava muito cuidado com o que ingeria, acreditando que “você é o que come !”, não fumava e não ingeria bebidas alcoólicas. Mas nem tudo que era bom para Bruce era bom para as outras pessoas.

Quando Robert Lee, seu irmão, chegou aos Estados Unidos vindo de Hong Kong, Bruce que o esperava no aeroporto deu um passo atrás com expressão de espanto e exclamou: “Jesus ! Como você está magro ! Não diga a ninguém que você é meu irmão, pois me embaçaria !”. Robert foi levado à casa de Bruce em Bel Air e já na manhã seguinte era acordado cedo, recebia um par de tênis e era obrigado a correr três milhas (4 Km e 8 m). A seguir era compungido a beber uma mistura que o próprio Bruce preparava no liquidificador a fim de assegurar-se de que seu irmão beberia tudo. Para Bruce, que estava acostumado a ingeri-la sempre, era saborosa … mas para os outros não era nada agradável !. Bruce parecia um sargento do exército ! Todos os dias vinha com aquela mistura de leite, proteína em pó, bananas, gelo, ovos com casca e manteiga de amendoim.

Mas Bruce não será lembrado como um dietista, nem o poderia ser. Seu corpo era desenvolvido dentro de um modelo de graça e perfeição muscular, sem a deformidade de tendões e nervos dos praticantes de musculação. O corpo de Lee era um instrumento de genuína beleza e ele chegou a isso através de uma série de cuidadosos e apropriados exercícios e treinamentos os quais, felizmente, foram registrados e deixados para nós numa abundância de entrevistas, artigos, testemunhos e notas pessoais.

O desenvolvimento de tal perfeição física, conforme Lee enfaticamente assinalava, não é um fim em si mesmo; é, antes, segundo suas próprias palavras … “Um dedo apontando para a lua. Por favor, não tomem o dedo pela lua! Nem fixem o olhar tão atentamente no dedo a ponto de omitir a bela visão dos céus. A utilidade do dedo é assinalar, além dele mesmo, a luz que o ilumina e a tudo mais”.


Um dos melhores meios de se manter um constante nível de excelência física e de estabelecer uma base de aptidão a partir da qual pode-se progredir infinitamente é, de acordo com Lee, CORRER. Durante toda sua vida ele recomendou esse tão simples e disponível exercício, dizendo: “Se você não estiver fisicamente ajustado, não deve entregar-se diretamente a um árduo treinamento. Para mim, um dos melhores exercícios é correr. Correr é tão importante que se deve praticá-lo durante toda a vida. A que horas do dia você corra não importa. No início você deve correr naturalmente, como num cômodo “trotar”. Depois, gradualmente aumentar a distância e o “tempo” (a palavra “tempo” aqui não se refere à “duração” do exercício, mas significa o seguinte: - Esse pequeno fragmento de período - um compasso em cadência - que é mais adequado à realização efetiva de uma ação é chamado de tempo. Bruce Lee - O Tao do Jeet Kune Do, pág. 64) - aqui seria o “ritmo” da corrida. - E finalmente incluir arranques para desenvolver seu fôlego”.

Bruce corria seis dias por semana entre 15 a 45 minutos, percorrendo entre 2 e 6 milhas (cerca de 3 e 9 Km e meio) quase sempre na companhia entusiástica de seu enorme cão dinamarquês “Bobo”. Corria não importava onde: na praia, nos bosques, nas colinas (aliás gostava de correr subindo encostas íngremes), ou mesmo nas ruas em horas do nascer do dia. Variava o ritmo, passava de um “tempo” moderado a violentos arranques seguidos de um ritmo mais lento e compassado. Saltava, corria em zigue-zague e incorporava em sua corrida qualquer elemento que pudesse servir para melhorar algum aspecto físico em especial. 

Outra forma de exercícios regulares que Lee empregava era o Tai-Chi - série de contorções e movimentos lentos empregados como terapia para a mente e para o corpo como meditação e exercício físico. A origem do Tai-Chi remonta a épocas bem remotas … O monge chamado Chang San Fen estava meditando certa noite quando um ruído interrompeu sua concentração. Era uma cobra, cabeça erta, sibilando sob o ataque de um grou. Conforme a ave arremetia o ataque, a cobra desviava-se para um lado ou para outro golpeando o grou com a cauda. Quando o grou protegia uma parte do corpo, a cobra era capaz de deslizar e golpear outra, sempre fora do alcance da ave. Finalmente o grou, impotente e desiludido voou frustrado enquanto a cobra voltava à sua toca. Chang percebeu, então, a lição do valor do elemento mais fraco curvar-se ante o ataque do mais forte. 

E assim começou a estudar métodos de combate usados pelos animais. Preparou-os depois num estilo de exercícios conhecido como Tai-Chi baseado no seguinte princípio: “O que é mais maleável do que a água ? No entanto, a água pode desgastar a mais dura rocha”. 

O próprio Lee falava de tais exercícios relacionando-os ou comparando-os com a água: “Como a água, devem ser amorfos. Coloque a água numa xícara, ela se tornará parte da xícara; coloque-a numa garrafa, ela se tornará parte da garrafa. Tente golpeá-la, ela cederá mas não sofrerá dano: é maleável ! Tente agarrá-la, ela não oporá resistência mas lhe escapará por entre os dedos … de fato, escapará na medida em que a pressão for sendo aplicada sobre ela. Quanta verdade há no princípio de que o nada não pode ser confinado, de que a coisa mais suave do universo não pode ser quebrada e de a mais maleável não pode ser moldada !”. 

em breve a parte final
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Especial - A mentalidade do Dragão parte 1


Perfil 
* Nome : Bruce Lee
* Nome chinês : Lee Jun Fan
* Nascimento : 27 de novembro de 1940
* Altura : 1.71m * Peso : 65 Kg
* Nacionalidade : Sino-Americano

Bruce Lee (Chinês: 李振藩; Chinês Simplificado: 李小龙; Pronúncia Chinesa: Li Xiaolóng; Pronúncia Cantonesa: Léih Síulùhng) (São Francisco, 27 de novembro de 1940 – Hong Kong, 20 de julho de 1973), foi um artista marcial sino-norte-americano, filósofo, instrutor, ator, diretor, coreógrafo, roteirista e o fundador do Jeet Kune Do, considerado o artista marcial mais importante do século XX e um ícone cultural, responsável pela popularização dos filmes de artes marciais. O melhor ator de filmes de artes marciais de todos os tempos. Pai do ator Brandon Lee e da atriz Shannon Lee.

Bruce lee - Biografia 

Bruce Lee - Biografia Bruce Jun Fan Lee nasceu na hora e no ano do Dragão, entre 6 e 8 da manhã no dia 27 de novembro de 1940 no Hospital Jackson Street em Chinatown de São Francisco, Califórnia. Hoje, uma placa na entrada do hospital comemora o lugar de seu nascimento. O nascimento de Bruce, na hora e no ano do Dragão, é um poderoso símbolo na astrologia chinesa. Seria um presságio forte da vida poderosa que seria vivida por Bruce Lee e o impacto explosivo que sua vida estaria usando outros incontáveis.

Bruce foi a quarta criança de Lee Hoi Chuen e sua esposa Grace Ho. Ele teve duas irmãs mais velhas, Phoebe e Agnes, um irmão mais velho, Peter, e um irmão mais novo, Robert. Lee Hoi Chuen era, através de profissão, comediante na Ópera chinesa e ator em filmes cantoneses. Na ocasião Bruce nasceu, Sr. e Sra. Lee estavam em excursão com a companhia de ópera nos Estados Unidos. Assim, foi fortuito para o futuro de Bruce que o seu nascimento acontecesse na América, como ele retornaria 18 anos depois para reivindicar o seu direito inato de Cidadania Americana.

Os pais de Bruce lhe deram o nome “Jun Fan.” Considerando que é costume chinês colocar o sobrenome primeiro, o nome completo de Bruce é escrito Lee Jun Fan. O verdadeiro significado de Jun Fan merece uma explicação como, também, prediria a viagem do filho recém nascido Lee. Literalmente, JUN quer dizer “despertar ao estado ativo” ou “fazer próspero.” Geralmente, era um nome comum usado em garotos chineses em Hong Kong naquela época, compreensivelmente porque a China e o povo chinês era muito vulnerável naquele tempo, e todo o mundo, inclusive os pais de Bruce, quiseram que o “leão dormente do Leste” acordasse. A sílaba FAN recorre ao nome chinês de São Francisco, mas seu verdadeiro significado é “cerca de um jardim” ou “países subordinados de fronteira com um grande país.” Durante o período da Dinastia Ching (1644-1911), muitos chineses imigrados para o Havaí e São Francisco como trabalhadores, e a implicação tornou que os Estados Unidos fosse FAN do Grande Império de Ching.

Assim o verdadeiro significado do nome de Bruce-JUN FAN-era “despertar e fazer FAN (os Estados Unidos) próspero.” O sentimento vazio de muitos chineses pelo feltro suprimido e inferior a poderes estrangeiros daquele momento, foi que eles desejaram exceder em brilho os países mais superiores e recuperar a Era Dourada da China. Os pais de Bruce queriam que ele tivesse o brilho de seu nome e tremesse os países estrangeiros que ele certamente tenha sucedido.

O nome inglês, BRUCE, foi dado a ele quando ainda bebê por uma enfermeira no Hospital Jackson Street, embora ele nunca tenha usado este nome até que entrou em uma escola secundária e começou o estudo do idioma inglês. A história vai assim no primeiro dia da aula de inglês, os alunos tinham de escrever os seus nomes ingleses abaixo, e Bruce, ainda não sabendo o seu nome, copiou o nome do aluno ao lado.

Aos três meses de idade, Lee Hoi Chuen, sua esposa Grace e o bebê Bruce voltaram a Hong Kong onde Bruce teria voltado aos 18 anos. Provavelmente por causa da longa viagem pelo oceano e as mudanças climáticas, Bruce não era uma criança forte, uma condição que mudou depois que ele passou a estudar Kung-fu aos 13 anos de idade. (Bruce sempre soletrou sua arte marcial chinesa como GUNG FU que é a pronúncia cantonesa da geralmente soletrada Kung Fu, uma pronúncia mandarim.)
  • Outro apelido que freqüentemente a família deu a Bruce era “Mo Si Ting” que significa “nunca se senta” e habilmente descreveu a personalidade dele.
A ocupação japonesa foi a primeira memória presciente de Bruce, mas Hong Kong tinha sido uma Colônia de Coroa Britânica desde os recentes 1800 anos. Os ingleses retornaram para dar poder ao fim da guerra. Não é duro ver por que o jovem Bruce teria sentimentos rebeldes para usurpação estrangeira de sua pátria. Na época de sua adolescência, Bruce foi exposto à prática comum de escarnecer hostil por garotos ingleses da escola que pareciam se sentir superiores aos chineses. Não é surpreendente aquele Bruce e seus amigos retaliados devolvendo os insultos e às vezes entrando em brigas com os meninos ingleses. Essa atmosfera pôs o fundo para Bruce começar seu estudo das artes marciais. 

Aos 13 anos de idade, Bruce foi introduzido ao mestre Yip Man, um professor do estilo de Kung-fu Wing Chun. Em cinco anos Bruce estudou diligentemente e ficou muito proficiente. Ele grandemente venerou Yip Man como um mestre professor e homem sábio e não levou muito tempo para Bruce aprender que o real valor de treinar artes marciais é que as habilidades de combate físico instilam confiança ao ponto que não sente a necessidade constante de defender a honra da pessoa por lutar.

Em 1958 ele ganhou o Campeonato de Chá-chá-chá de Hong Kong. Ele estudou dançando tão assiduamente quanto fez Kung-fu, enquanto mantendo um caderno no qual ele tinha anotado 108 passos diferentes de Chá-chá-chá. É fácil de ver aquele Bruce possuiu as características de autodisciplina e trabalho duro que o segurariam em um bom lugar depois, embora nesta fase ele não estivesse entre os melhores estudantes acadêmicos na classe.

Além de seus estudos, Kung-fu e dançando, Bruce teve outro interesse durante os seus calendários escolares. Ele era um ator-mirim debaixo da tutela de seu pai que deve tê-lo reconhecido bem antes de Bruce ter talento de ator. No primeiro papel de Bruce foi como um bebê em braços como ele foi levado sobre o cenário. Até os 18 anos, ele já havia aparecido em 20 filmes. Nesses dias fazendo filme não era particularmente fascinante ou remunerativo em Hong Kong, mas Bruce amou ter atuado. A mãe dele contou freqüentemente histórias de como era impossível Bruce se acordar para ir a escola, mas uma simples torneira no ombro à meia-noite o despertaria de sua cama para ir ao estúdio de cinema. Os filmes foram feitos freqüentemente à noite em Hong Kong para minimizar os sons da cidade. (Veja Filmografia)

O irmão e a irmã de Bruce tinham vindo para os Estados Unidos em vistos de estudante para o ensino superior deles. Embora Bruce não teve formalmente se formado na escola secundária, pois estava mais interessado em Kung-fu, enquanto dançando e atuando, sua família decidiu que estava na hora dele voltar à terra de seu nascimento e achar o futuro dele lá. Em abril de 1959, com $100,00 em seu bolso, Bruce subiu a bordo num navio a vapor na American Presidents Line e começou sua viagem para São Francisco. Pousando em São Francisco, Bruce estava armado com o conhecimento que suas habilidades de dançarino poderiam o prover, assim seu primeiro trabalho foi como um instrutor de dança. Um de seus primeiros alunos foi Bob Lee, irmão de James Y. Lee, que tornaria um grande amigo de Bruce, colega nas artes marciais, e eventualmente o sócio e Instrutor Assistente do Jun Fan Gung Fu Institute de Oakland. Bruce não ficou muito em São Francisco, mas viajou para Seattle onde um amigo da família, Ruby Chow, tinha um restaurante e havia prometido para Bruce um trabalho e hospedagem no restaurante.  Ele se matriculou na Escola Técnica Edison onde ele cumpriu os requerimentos para o equivalente de graduação da escola secundária e então se matriculou na Universidade de Washington. Típico de suas características de personalidade, ele atacou aprendendo o inglês coloquial como ele teve seu treinamento de artes marciais. Não conteúdo para falar como um estrangeiro, ele se aplicou a aprender idiossincrasias de fala. Sua biblioteca conteve numerosos livros, sublinhado e dog-eared em frases idiomáticas inglesas comuns. Embora ele nunca perdia totalmente a sugestão de um acento inglês ao falar, sua habilidade para virar uma frase ou “be cool” estava pasmando para um que não falou uma palavra do idioma até aos 12 anos de idade. As habilidades de escritas inglesas de Bruce excederam suas habilidades de linguagem faladas no princípio porque ele havia sido ensinado bem na própria prosa de inglês do Rei em Hong Kong. Quando sua esposa o conheceu na Universidade de Washington, ele editou os documentos ingleses dela facilmente para gramática correta e sintaxe.

Na universidade, Bruce formou-se em filosofia. Sua paixão pelo Kung-fu inspirou um desejo para cavar no underpinnings filosófico das artes. Muitas de suas composições escritas durante esses anos relacionariam princípios filosóficos a certas técnicas de artes marciais. Por exemplo, ele escreveu freqüentemente sobre os princípios do Yin e Yang e como eles poderiam traduzir em movimentos físicos duros e macios. Nesse modo ele estava completando sua educação como verdadeiro artista marcial no tempo-honrado senso chinês de um cujo conhecimento que cerca os aspectos físicos, mentais e espirituais das artes.

Nos três anos que Bruce estudou na universidade, ele se manteve ensinando Kung-fu, tendo deixado de trabalhar no restaurante por este tempo, enquanto entregando jornais ou vários outros biscates. Ele e alguns de seus novos amigos se encontrariam em lotes de estacionamento, garagens ou qualquer espaço aberto e agiria ao redor com técnicas de Kung-fu. Nos anos 50 e 60, “Kung-fu” era um termo desconhecido; na realidade, a única arte física que poderia ser listada nas páginas amarelas era o Judô. Até mesmo o nome “Karatê” não era um termo familiar. O pequeno grupo de amigos foi intrigado por esta arte chamada Kung-fu. Um dos primeiros alunos deste grupo foi Jesse Glover que continua ensinando algumas das técnicas de Bruce para este dia. Foi durante este período que Bruce e Taky Kimura ficaram amigos.

Taky não só vai se tornar aluno de Kung-fu de Bruce e o primeiro Instrutor Assistente que ele já teve, mas a amizade forjada entre os dois foi uma fonte de amor e força para ambos. Taky Kimura continuou sendo o partidário forte de Bruce, infinitas horas dedicando para preservar sua arte e filosofia ao longo dos 30 anos desde que Bruce está passando.

O pequeno círculo de amigos que o Bruce havia feito encorajou que ele abrisse uma real escola de Kung-fu e cobrou uma soma nominal pra ensinar em ordem se mantendo enquanto freqüentando a escola. Alugando um quarto de porão pequeno com uma meia entrada de porta da 8ª Rua em Chinatown de Seattle, Bruce decidiu chamar sua escola de Jun Fan Gung Fu Institute.

Um de seus alunos em 1963 foi um calouro na Universidade de Washington, Linda Emery. Linda soube de quem o Bruce foi suas conferências de convidado em filosofia chinesa na Escola Secundária Garfield, e no verão depois de se formar, ao urgir de sua namorada chinesa, SueAnn Kay, Linda começou tomando lições de Kung-fu. Não demorou muito do instrutor ficar mais interessante que as lições. Bruce e Linda estavam casados em 1964. Naquele momento, Bruce havia decidido fazer uma carreira pedagógica de Kung-fu. Seu plano envolveu abertura de várias escolas ao redor do país e treinando os instrutores assistentes para ensinar em sua ausência. Deixando sua escola de Seattle nas mãos de Taky Kimura, Bruce e Linda se mudaram para Oakland onde Bruce abriu sua segunda escola com James Lee. Os dois haviam formado uma amizade durante os anos com cada ambulante freqüentemente entre Seattle e Oakland. James foi um lutador de Kung-fu de modo atrás, mas quando ele viu a matéria-prima de Bruce ele ficou tão impressionado que quis unir-se com ele começando uma escola. Assim a segunda filial de Jun Fan Gung Fu Institute foi fundada.

Até agora o Kung-fu de Bruce consistiu principalmente em técnicas de Wing Chun e teoria que ele havia aprendido com Yip Man. Gradualmente entretanto, por causa de seu interesse germinando na filosofia de artes marciais e seu desejo para melhoria de si mesmo, ele estava ampliando seu repertório. Um incidente particular apressou seu processo de auto-exploração. Em 1964 Bruce foi desafiado por alguns lutadores de Kung-fu de São Francisco que contestou o seu ensino à alunos não-chineses. Bruce aceitou o desafio e os homens chegaram ao kwoon em Oakland no dia designado para a face off. As condições eram que se Bruce fosse derrotado ele teria que deixar de ensinar aos não-chineses. Foi uma luta curta com o lutador de Kung-fu da cidade que se rende quando Bruce o mantem fixado ao chão aproximadamente após três minutos. A significação dessa luta foi que Bruce ficou extremamente desapontado com seu próprio desempenho. Embora ele tenha ganho, ele ficou sem fôlego e desanimado sobre sua inabilidade de prender o homem no chão dentro de três minutos. Isso marcou um momento decisivo para Bruce em sua exploração de sua arte marcial e o encarecimento de sua aptidão física. Assim começada a evolução do Jeet Kune Do.

Da mesma maneira que Bruce estava concretizando seus planos para ampliar suas escolas de artes marciais, o destino pisou pra mover sua vida pra outra direção. Em anos anteriores Bruce havia tido o conhecimento de Ed Parker, amplamente considerado o pai do Kenpo Americano. Em agosto de 1964, Ed convidou Bruce pra Long Beach, CA para dar uma demonstração em seu Primeiro Torneio Internacional de Karatê. A exibição de Bruce foi espetacular. Ele usou Taky como seu parceiro e demonstrou suas técnicas de Chi Sao com os olhos vendados. Em um certo ponto ele usou um membro da audiência para mostrar o poder de seu soco de uma polegada. Tal era o carisma de Bruce que ele falava em plena palestra, acrescentando humor nos seus comentários enquanto demonstrando enfaticamente ao mesmo tempo sua força, precisão e velocidade.

Um membro da audiência era Jay Sebring, um estilista de cabelo famoso das estrelas. Como isso teria destino, na semana seguinte, Jay estava cuidando do cabelo de William Dozier, um produtor estabelecido. Sr. Dozier mencionou a Jay que ele estava procurando um ator para fazer o papel do filho de Charlie Chan em umas séries a serem intituladas, “Number One Son.” Jay falou para o produtor sobre ter visto este jovem espetacular homem chinês que fez uma demonstração de Kung-fu em algumas noites antes. Sr. Dozier obteve uma cópia do filme que foi levado ao torneio de Ed Parker. Na semana seguinte ele chamou Bruce na casa em Oakland e o convidou pra ir a Los Angeles para um teste de cinema.

O teste de cinema de Bruce foi impressionante, mas enquanto isso planos para “Number One Son” tinham sido largados. Sr. Dozier foi imergido agora na produção do seriado “Batman”, mas ele ainda quis pendurar sobre Bruce. O plano era que se Batman tivesse êxito por mais de uma temporada, então Dozier quis capitalizar na popularidade de outro personagem de livro cômico, “O Besouro Verde” com Bruce fazendo o papel de Kato.

Sobre essas coisas de tempo estava mudando na vida pessoal de Bruce como bem. Seu primeiro filho, Brandon Bruce Lee, nasceu 1 de fevereiro de 1965. Uma semana depois o pai de Bruce, Lee Hoi Chuen, morreu em Hong Kong. Bruce estava contente que seu pai havia sabido sobre o nascimento do primeiro neto na família Lee. Dado esses acontecimentos e a chegada do dinheiro de opção de quantia global, Bruce decidiu que estava na hora de fazer uma viagem para Hong Kong visitar sua mãe e apresentar a família, Linda e Brandon. Eles ficaram no apartamento da família em Nathan Road durante quatro meses. Enquanto lá o Bruce poderia “praticar Kung-fu” com o Mestre Yip Man e os alunos da escola de Wing Chun.

Ao deixar Hong Kong, Bruce e sua família viajaram para Seattle onde eles ficaram com a família de Linda durante outros quatro meses. Durante este tempo Bruce passou um bom tempo com Taky e os alunos na escola de Seattle. Depois de Seattle, a família se mudou de volta para a casa de James Lee em Oakland durante vários meses antes de fazer a mudança pra Los Angeles. Em Los Angeles, ele foi se familiarizando melhor com Dan Inosanto que ele havia conhecido por Ed Parker. Não demorou que Bruce abrisse sua terceira escola de Kung-fu com Dan como seu instrutor assistente. Durante este ano inteiro de viajar e trabalhar perto de seus melhores colegas de Kung-fu, Bruce estava passando por um período de intensa auto-exploração. Bruce sempre foi um compositor de meta. Porém, ele nunca ficou obstinado sobre suas metas e se o vento mudasse, ele poderia guiar sua vida em um curso diferente. Ele estava em um período de transição neste momento, enquanto decidindo agir seguindo sua carreira ou continuar no caminho de abrir escolas de âmbito nacional de Kung-fu. Sua decisão era focalizar em agir e ver se ele pudesse transformar isso em uma carreira produtiva. Ele disse freqüentemente que sua paixão era perseguição das artes marciais, mas sua escolha de carreira era cineasta.

A razão principal que Bruce virou sua atenção ao agir foi que ele havia perdido interesse espalhando seu modo de artes marciais de uma maneira de grande escala. Ele havia percebido que se suas escolas ficassem mais numerosas, ele perderia controle da qualidade do ensino. Bruce amou ensinar Kung-fu, e ele amou seus alunos. Horas incontáveis foram gastas em seu quintal ou no kwoon, um em um com alunos. Eles estavam como membros da família. Seu amor para suas artes marciais não era algo que ele quis transformar em um negócio.

Em 1966, a produção começou em “O Besouro Verde.” A filmagem durou seis meses, as séries para uma temporada, e isso foi o fim disso. O pagamento recebido por Bruce era de 313 dólares por semana, que parecia ser muito dinheiro na ocasião. Primeiro quando eles iniciaram a filmagem, as câmeras não puderam registrar as cenas de luta claramente por causa da velocidade de Bruce. Eles lhe pediram que reduzisse a velocidade pra captura da ação. Os movimentos de Kung-fu de Bruce emocionaram o público, e o seriado se tornou um artigo de colecionador procurado em anos seguintes. Bruce manteve uma amizade com Van Williams que fez o papel de Britt Reid.

Os anos entre 1967 e 1971 foram anos curtos para a família Lee. Bruce trabalhou duro ao avançar sua carreira de ator e adquiriu alguns papéis em alguns seriados e filmes. (Veja Filmografia) Pra manter a família, Bruce ensinou lições particulares em Jeet Kune Do, freqüentemente para pessoas na indústria de entretenimento. Alguns de seus clientes incluíram Steve McQueen, James Coburn, Stirling Silliphant, Sy Weintraub, Ted Ashley, Joe Hyams, James Garner e outros.

Uma grande bênção foi a chegada de uma filha, Shannon Emery Lee, no dia 19 de abril de 1969. Ela trouxe uma grande alegria pra casa de Lee e logo teve o papai dela ao redor o dedo mindinho dela.

Durante este tempo Bruce continuou o processo que ele havia começado em Oakland em 1964, a evolução de seu modo de artes marciais que ele chamou Jeet Kune Do, “O Caminho do Punho Interceptador.” Ele leu e escreveu seus pensamentos extensivamente sobre combate físico, a psicologia de lutar, as raízes filosóficas de artes marciais, e sobre motivação, auto-atualização e liberação do indivíduo. Graças a este período em sua vida que era às vezes frustrante nós sabemos mais da mente de Bruce Lee pelas escritas dele.

seguimos na parte 2...

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